terça-feira, 27 de Janeiro de 2015 09:00h

Cruzeiro abre as portas para os atletas da base

O técnico Marcelo Oliveira considerou a partida amistosa contra o Shakhtar Donetsk, na tarde desse domingo, disputada em Brasília, um bom teste para o Cruzeiro

O treinador voltou a ressaltar que a equipe celeste está em formação, mas destacou o “espírito de luta” de seus comandados no empate por 1 a 1.
Na análise de Marcelo Oliveira, o time 'pecou na marcação' especialmente nos primeiros 30 minutos de jogo. “No segundo tempo melhoramos, jogamos contra uma equipe bem formada, com brasileiros demonstrando uma alta técnica. Estamos ainda em formação e mesmo em formação perdemos o Alisson, o Willian Farías e o próprio Everton”, avaliou o comandante.
Acostumado com vitórias nos últimos dois anos, o treinador lembrou que no início de temporada o resultado não é o principal. “Claro que a gente quer conviver com vitórias, mas, às vezes, temos que observar o teste para ganhar ritmo. E foi bom nesse sentido”, ressaltou Marcelo, que reconheceu: “Naturalmente o torcedor de Brasília não está todo dia indo ao estádio. Mas nos incentivou. Não viu aquele Cruzeiro de 2013, de 2014. Estamos em formação.”

Reforços e base
Sem peças fundamentais nas últimas temporadas, como o zagueiro Dedé (lesionado), os volantes Nílton e Lucas Silva, os meias Ricardo Goulart e Everton Ribeiro (negociados), o treinador avalia que precisa de tempo para a equipe ganhar entrosamento, especialmente com as entradas de De Arrascaeta e Riascos.
A uma semana da estreia no Campeonato Mineiro e a um mês da estreia na Libertadores, o treinador acha que terá tempo para montar a equipe. “O tempo de trabalho é razoável, mas aconteceram muitas mudanças. Estamos formando um novo time. Hoje, por exemplo, eu só tinha o Júlio jogando pelo meio, tive dificuldade para substituir, porque não tinha ninguém no banco que fazia a mesma função.”
Além das contratações, Marcelo conta com a categoria de base para fortalecer o elenco, como o atacante Judivan, autor do gol de empate diante dos ucranianos. “Os jovens do Cruzeiro são muito bem formados. Ano passado tivemos os casos do Wallace, do Vinícius Araújo. Podem ser a solução de um eventual problema. Mas fiquei satisfeito não só com a entrada do Bruno Edgar, mas do Judivan também”, analisou

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