sábado, 14 de Abril de 2012 11:07h Luciano Eurides

Cruzeiro encara o Uberaba na Arena do Calçado

Sem poder contar com o meia argentino Walter Damián Montillo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o Cruzeiro terá que mexer na equipe para o jogo de domingo, contra o Uberaba, às 16h, na Arena do Calçado, em Nova Serrana, pela 11ª e última rodada da fase de classificação do Campeonato Mineiro.
Mais do que isso, o técnico Vágner Mancini deve promover outras mudanças no time, já projetando a partida da próxima quarta-feira, contra a Chapecoense-SC, às 21h50, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, no jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil. O treinador já adiantou quem será o substituto de Montillo contra o Uberaba. “O Roger. O Roger entra no lugar do Montillo. Agora, existem outros atletas que estão bem desgastados. Daqui até o jogo a gente vai dar uma analisada. Não podemos correr o risco de perder nenhum atleta por contusão. Então, no domingo, talvez a gente tenha que modificar um pouco a equipe, já que na quarta-feira a gente tem uma decisão e, no outro final de semana, a gente entra numa semifinal. Vamos ter calma e pensar. A estrutura do Clube tem que ser usada exatamente nesses momentos, onde você vê que há muito desgaste dos atletas”.
Questionado sobre a entrada de Everton na equipe titular no empate de 1 a 1 com a Chapecoense-SC, na última quarta-feira, na Arena Condá, em Chapecó-SC, Mancini disse que o jogador é uma boa opção ofensiva, e pode até mantê-lo como titular na partida contra o Uberaba. “O Everton é um cara seguro, que dá muita opção na frente, tem força física, chuta bem de fora da área também. Acho que nós temos aí mais uma opção. Não está definido ainda. Possivelmente a gente até segure o Diego Renan nesse jogo de domingo, e aí eu utilizaria Marcos e Everton”.
Sobre as peças que tem no elenco cruzeirense, e as opções no banco de reservas. Vagner Mancini disse que tem procurado manter o time num esquema ofensivo. “Nós temos tentado de todas formas fazer com que essa equipe não perca rendimento. Às vezes você inicia achando que o jogo tende a ser de uma forma e ele é de outra. E aí eu tenho sete opções no banco. Normalmente a gente tem tentado fazer sempre com que essa equipe fique mais ofensiva. Temos que exaltar a luta dos atletas. Esse negócio de acertar e errar, isso faz parte. Quando mais a gente fica em um clube, mais dá para você fazer uma leitura melhor em cima daqueles atletas que já estão também há seis ou sete meses com a gente”.

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