sexta-feira, 16 de Maio de 2014 09:22h

Cruzeiro lança uniforme amarelo

Marcelo Oliveira não esconde o desapontamento pela eliminação na Libertadores e reconhece que o time esteve aquém do esperado.

Devido à proximidade da Copa do Mundo, o Cruzeiro também entrou na moda das camisas amarelas e apresentará, nesta sexta-feira, às 10h, na sala de imprensa da Toca da Raposa II, o novo modelo que faz homenagem à seleção brasileira. Este será o terceiro uniforme do clube celeste lançado nesta temporada.
No início do ano o Cruzeiro apresentou o uniforme exclusivo para a disputa da Copa Libertadores. Logo depois, no começo do Campeonato Brasileiro, o clube lançou uma camisa para a competição nacional com um patch alusivo à conquista do ano passado.
Assim como os outros dois já lançados, o modelo amarelo será considerado o terceiro uniforme e deverá ter as estrelas soltas, enquanto o patrocinador máster pode ser alterado para a cor azul, lembrando a camisa utilizada pelo clube em 2010, também em referência à Copa do Mundo que era disputada na África do Sul.
Serão apresentados dois modelos de uniforme, sendo um para os atletas de linha e outro para os goleiros. A venda da camisa começará já nesta sexta-feira, logo após o lançamento na loja oficial do Cruzeiro.
O novo modelo deverá ser utilizado pelos jogadores já na partida deste sábado, às 18h30, contra o Coritiba, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro.
O técnico, Marcelo Oliveira, não escondeu o desapontamento pela eliminação do Cruzeiro na Copa Libertadores da América, depois do empate por 1 a 1 diante do San Lorenzo, nessa quarta-feira, no Mineirão. O treinador reconheceu que o time esteve aquém do ideal no confronto diante dos argentinos, o que acabou culminando na inesperada saída do torneio. “Nós tivemos equívocos, acertamos, erramos, fomos infelizes em alguns momentos, faltou competência em outros também. Mas é muito bom saber que no grupo do Cruzeiro um pode olhar para a cara do outro sabendo que cada um doou o melhor”, analisou.
Marcelo também falou sobre a escalação de Nilton e Marcelo Moreno, nas vagas de Lucas Silva e Ricardo Goulart, respectivamente. “A ideia inicial e a aposta era o Nilton mais preso, contendo ocontra-ataque do adversário, e o Henrique à vontade para atacar, para chegar, usar sua experiência, seu toque, junto com o Ribeiro, com o Willian, com o Júlio Baptista e o Marcelo que vem bem nos últimos jogos”, disse Marcelo, que admitiu que seu planejamento tático acabou não funcionando. “Realmente não deu certo. E não deu certo também pelo gol precoce. Isso fortaleceu muito a proposta do adversário de marcar, eles marcam muito bem e não conseguimos jogar daquela forma”, afirmou.
Por fim, o técnico se mostrou orgulhoso com o comprometimento dos jogadores e com a reação do grupo após a eliminação. “Foi um vestiário muito triste realmente. Nós queríamos muito essa Libertadores, era um objetivo grande, tanto é que várias vezes eu tirei o time para descansar, concentrar muito nessa competição. O que vocês viram é próprio de homens que têm caráter, de atletas dedicados, de um grupo muito unido e que quer chegar em coisa grandes”, enalteceu Marcelo Oliveira.

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