terça-feira, 26 de Maio de 2015 11:01h Atualizado em 26 de Maio de 2015 às 11:03h. Luciano Eurides

Definidos os finalistas do Campeonato da Associação

Na tarde do último sábado, houve três decisões no Campeonato da Associação Atlética Danilo Passos e a soma delas forma a final da competição

A primeira foi a decisão por pênaltis e concluiu pelo Paraíso como semifinalista a enfrentar o Ameriquinha. Logo depois, a vitória da equipe do Paraíso sobre o Ameriquinha e a confirmação como finalista. O outro finalista é o América do Maria Helena, depois de um empate sem gols frente ao Gel Arte, a decisão em pênaltis, o goleiro Jadson defendeu a cobrança de Guilherme Rosquinha e classificou o time para a final. A organização não confirmou a data de Paraíso x América MH.

Na partida entre Paraíso e Santos Laguna , a mesma foi interrompida por uma confusão entre os jogadores, o placar estava 0x0, não houve as cobranças de pênaltis e as equipes retornaram para executá-las. O vencedor foi o Paraíso, pois Rudnei chutou para fora e o goleiro Adriano defendeu a cobrança de Daniel. Final: Paraíso 4x3 Santos Laguna. Para o Paraíso, assinalaram Adilson Burro, Marquinhos, Rodolfo e Bruno Choquito. Para o Santos Laguna, converteram Felipe, Ludison e Caique.

A decisão estranha, cobrar pênaltis sem jogo, mas não inédita para Marquinhos, que vive essa situação pela segunda vez. Ele participou de uma pela Copa Rural, quando o Inhame foi eliminado no Campo do Pedregal. “Teve um ano que, foi no rural, acabou o jogo e não teve os pênaltis, tivemos de ir ao Pedregal só para cobrar os pênaltis, naquela época fomos eliminados e hoje passamos para outra fase, nunca teve outra e nem quero que aconteça de novo. No rural, ainda foi um sábado à tarde e o vencedor só iria jogar no domingo, aqui pelo menos tem o jogo e não se perde o tempo, é diferente cobrar com o calor do jogo, em vez de frio e desmotivado, mas vamos lá, valeu mais essa experiência”, garantiu o atleta, que passou com o time para final.

Com a vitória nas cobranças livres da marca dos pênaltis, o Paraíso ficou habilitado a jogar contra o Ameriquinha do Quintino. Com a bola rolando no estádio Waldir Coelho, o time do Paraíso venceu por 2x0, gols de Elder e Lazinho, se classificando para a final. O time do Paraíso, treinado por Lico Silva, logo abriu o placar, em uma cobrança de escanteio, a bola veio fechada, Elder mandou direto, seria olímpico, mas o zagueiro na tentativa de cortar, tocou nela, mas não efetivamente um gol contra, pois a bola entraria de qualquer forma. Ainda, o time ampliou com Lazinho e confirmou a presença na final.

Ainda na tarde de sábado, o Gel Arte e América do Maria Helena fizeram uma partida muito tensa. A primeira etapa muito disputada, o jogo estava leal, as equipes tentavam sair para o jogo, buscavam o gol, cada uma a seu modo. O América do Maria Helena apostando no contra ataque, especialmente na velocidade de Léo Ratz. Zinho, homem de área, evitava a descida dos zagueiros e acabou marcando também as subidas do ala da Gel Arte. Pela esquerda, o centroavante Zinho anulava Juninho, pela direita, Leo Ratz anulava Lucas Madruga. Sem jogadas pelas beiradas, houve concentração no meio campo.

Essa luta pela bola no meio-campo acabou dando uma pequena vantagem para o Gel Arte. Com mais trabalho de bola, fazia bem a condução e criação. Na finalização, encontraram o nome do jogo, o goleiro Jadson fez três defesas, suficientes para colocar o time na final. A primeira defesa, um chute fraco no primeiro tempo, no segundo tempo, uma virada de Pedrinho, o goleiro defendeu bem. Nos pênaltis, Jadson defendeu a cobrança de Guilherme Rosquinha e garantiu a jovem equipe na final.

Nas cobranças de pênaltis, o América do Maria Helena teve 100% de aproveitamento com Gustavo, Di Maria, Tulio, Tulio Batata e Lola. Já para a equipe do Gel Arte, converteram Paulo, Mateus Batata e Jonas. Com isso, o América do Maria Helena faz a final contra o Paraíso, velhos conhecidos do futebol amador de Divinópolis.


TENSÃO
O árbitro da partida não deu a mínima para a situação dos bancos de reservas, onde havia mais pessoas sem nenhuma situação com o jogo, que propriamente os reservas. Esse fato, das pessoas se misturarem com a comissão técnica e jogadores, é ilegal perante as regras do futebol. Cabe à arbitragem solicitar à organização, que no local destinado aos membros das equipes fique preservado. A torcida já tem o local dela específico.

 

Créditos: Luciano Eurides

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