quinta-feira, 31 de Outubro de 2013 10:52h

Diretoria não aceita indisciplina e erros de arbitragem

Gerente de Futebol Flávio Lopes fala dos assuntos polêmicos do jogo contra o Paysandu

Na reapresentação dos jogadores após a derrota para o Paysandu, o Gerente de Futebol do América, Flávio Lopes, em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 30/10, falou dos assuntos polêmicos envolvendo a arbitrgem do jogo na Arena Independência. O dirigente assegurou que o meia-atacante Willians vai responder por sua expulsão no final do primeiro tempo, de acordo com as determinações do Manual de Normas e Procedimentos de Conduta Profissional adotado pelo clube. Ele também informou que a Diretoria manterá sua postura de cobrar da CBF melhores arbitragens em seus jogos, principalmente porque ainda continua confiante no acesso da equipe à Série A, apesar da situação ter ficado um pouco mais difícil agora.

 

EXPULSÃO

 

“Em relação ao atleta (Willians), o clube tem suas normas que têm que ser cumpridas. Todo ato que observamos, que fere essas normas, nos reunimos para valiar as situações e tomar providencias. Ele já foi comunicado disso, porque todo jogador quando chega ao clube recebe este Manual de Normas e Procedimentos de Conduta Profissional. Nele estão previstas as punições para atos de indisciplina. Portanto, cabe apenas a nossa interpretação para estabelecer a situação”. 

 

REAÇÃO

 

“Vi e revê o lance da expulsão. O Pikachu (adversário) deveria ter sido expulso. Se o árbitro tivesse agido contra a agressão desse atleta ao Willians, talvez não tivesse chegado a esse ponto. O Willians (que sofreu um grande corte na calena pela agressão do adversário), como já disse, vamos tomar as providencias internas, porque ficar com 10 jogadores em campo é totalmente prejudicial. Se tivéssemos ficado com 11 no segundo tempo, certamente o resultado seria outro”.

 

ARBITRAGEM

 

“Com relação a arbitragem, diria que eu, particularmente, que participei desses três últimos jogos, estou muito decepcionado. Erros que têm tido uma consequências de gols contra o América ou em situações que poderiam ser favoráveis para nós. Por exemplo, o lance aos 42 minutos do segundo tempo contra o Ceará, que o atleta Alessandro saiu dois metros atrás do último adversário e o bandeira marcou impedimento. Ali poderia sair o gol a vitória, porque o Alessandro ficaria na cara do gol. O pênalti não marcado no Marcelo Rosa quase no final do jogo conta o Sport, que vencemos por 3 a 1. Agora o lance do impedimento do gol de ontem aos dois minutos; um gol que poderia ter mudado o panorama da partida”.

 

COBRANÇA NA CBF

 

“Então, eu, particularmente, falando desses três jogos que participei, tenho tido decepção mesmo quando apita árbitro de primeira linha. São situações que têm nos deixados preocupados. E, com certeza, vamos continuar reivindicando para que não sejamos prejudicados. O América fez isso na semana passada e a intenção é mostrar que não aceitamos esses tipo de erros. E os ontem foram ridículos. Aquela falta visível no Alessandro, com o árbitro a dois ou três metros do lance; ele não quis marcar. São situações que em uma partida de futebol tem uma definição. Aí vocês podem pensar: ah! Perdeu por isso? Essa é outra situação. O que estou dizendo é que nos estamos sendo muito prejudicados e estamos atentos a isso”.

 

CHANCHES

 

“Para Diretoria, comissão técnica e atletas continuamos acreditando. Isso ficou muito claro na reunião do Silas com os jogadores agora à tarde. E tenho conversado com membros da Diretoria e todos acreditam no acesso. Agora temos que pensar partida por partida. Esquecer um pouco os concorrentes e pensar em nossos resultados. Temos que partir por esse caminho”.

 

ARRANCADA

 

“Concordo que o futebol apresentado esteve abaixo do esperado e pode melhorar. Não tenho dúvida que o torcedor também pensa assim, pelo número que esteve no estádio. Imagino que esse jogo de sexta-feira, contra o ASA, pode ser o da nossa arrancada. Mas com melhora em todas os aspectos. E pela conversa do Silas e pela situação em que o América se encontra tem que melhor muito”.

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