quarta-feira, 19 de Outubro de 2011 13:06h Luciano Eurides

Divinópolis fica em 35º no JIMI

A cidade de Divinópolis participou no último final de semana dos Jogos do Interior de Minas (Jimi) e na classificação geral terminou em 35º, das 101 cidades participantes. A campeã foi Uberlândia. No centro oeste de Minas destaca-se Itaúna em 28º.


Na etapa regional, Divinópolis ficou com duas medalhas, sendo uma de ouro e uma de prata, na etapa estadual, uma de prata, totalizando um ouro, duas pratas e dois bronzes. A medalha de prata na fase estadual veio com o futsal feminino. A equipe ficou em segundo lugar na classificação geral depois de perder para Governador Valadares por 2x1.


A campanha da equipe feminina de futsal foi de quatro vitórias e uma derrota, 19 gols marcados e cinco sofridos. A primeira vitória foi sobre Patos de Minas por 6x0. Depois uma sequência de placares iguais. O time venceu por 4x1 as equipes de Uberlândia, Teófilo Otoni e Passos. A derrota veio na final frente Governador Valadares por 2x1.


Uma das novidades na disputa foi a instalação no ginásio de vôlei de um piso emborrachado, que reduz impacto e faz com que o atleta escorregue menos. O jogador de vôlei da equipe de Três Corações, David Anacleto, de 21 anos, disse que a marcação desse tipo de quadra é outro ponto positivo, já que os pisos convencionais contam com as linhas para outros jogos como basquete e futsal. “Temos mais noção do espaço, pois há uma marcação específica para o vôlei”, informou o garoto. Para o técnico de David, professor Antônio Resende, o risco de lesão também é menor. “Essa é uma condição bem favorável ao atleta”, completou o técnico.


O coordenador do Comitê do JIMI, Daniel Pereira Lopes, explicou que todas as quadras disponibilizadas, piscinas e pistas de atletismo têm medidas oficiais e que os locais de competição do taekwondo e judô também atendem as especificações técnicas. “Esse é apenas um exemplo, já que temos outros espaços disponibilizados para as demais modalidades que também estão adequados”, declarou o coordenador. A segurança e integridade dos atletas é outro importante fator lembrado por Daniel. “Temos segurança 24 horas nos alojamentos e profissionais de enfermagem e fisioterapia em todos os locais de competição”, informou.


Para o técnico do time de vôlei de Itabirito, Lucas Almeida, a estrutura oferecida e a qualidade técnica dos atletas superaram suas expectativas. “Esse é um nível muito profissional, com vários atletas de destaque e a estrutura oferecida está à altura”, enfatizou Lucas.
Para sua atleta, Kênia Barros, o JIMI apresenta-se também como uma chance para novas oportunidades. “Espero que o JIMI me abra portas. Já joguei em outras edições e um olheiro que estava na arquibancada me viu jogar e me chamou para um teste num grande clube”, disse a atleta. Ela chegou a jogar profissionalmente, mas teve que se ausentar das quadras porque foi mãe recentemente. “Tenho prazer em jogar e por isso estou de volta”, informou Kênia.

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