sábado, 5 de Março de 2016 09:58h Atualizado em 5 de Março de 2016 às 09:58h. Site Oficial CBF

FEDERAÇÕES ESTADUAIS

CBF implanta padronização de práticas contábeis

Possibilitar maior clareza e controle de informações e reduzir os riscos e falhas na geração e divulgação de dados. Estes são os principais objetivos do projeto de uniformização das práticas contábeis implementado pela CBF junto às federações estaduais de futebol. Com apoio técnico da consultoria Ernest & Young,  a medida é mais um passo no fortalecimento do cenário de transparência e está em conformidade com os novos planos de governança que vêm sendo implantados na confederação.

 

 

A elaboração deste processo de padronização vêm sendo discutido desde o primeiro semestre de 2015 e contou com a participação de um grupo de trabalho formado pelas federações de futebol da Bahia, Goiás, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. Na última semana de fevereiro, o Manual de Práticas Contábeis e o Modelo de Demonstrações Financeiras foram finalizados e enviados às entidades para início da operação, visando os próximos exercícios. Além de promover a capacitação técnica, a CBF ficará responsável pelo auxílio tecnológico às federações para que não haja nenhuma dificuldade de acesso ao novo sistema.

 

 

– Esse alinhamento permitirá uma melhor comparabilidade das informações, bem como maior transparência com as demonstrações. É importante que todos possam entender com clareza de onde vêm e como são empregados os recursos e esse novo padrão é objetivo neste sentido. Além disto, é uma oportunidade para que os profissionais responsáveis por essas informações estejam capacitados às mais modernas práticas de governança – explicou o Controller da CBF, Gilnei Botrel.

 

 

Entre muitos temas e orientações, os documentos especificam, por exemplo, como deve ser lançada a entrada de recursos provenientes de bilheteria, direitos de transmissão e de imagem, publicidade, patrocínio, taxas de registro, recadastramento, multa do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), entre outros. E, assim também, a adequada alocação das despesas.

 

 

– Representa um grande avanço em relação à transparência, análise e comprovação efetiva de dados. É um sistema modelar, existente em poucos países do mundo. No futuro, também poderemos oferecer aos clubes  esta padronização, facilitando a interpretação dos cenários e o diagnóstico sobre aspectos financeiros do futebol como um todo – ressalta Rogério Caboclo, Diretor Executivo de Gestão da CBF.

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