sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012 19:04h Atualizado em 4 de Fevereiro de 2012 às 17:59h. Luciano Eurides

Galo entra em campo com a dúvida: Danilinho ou Marcos Rocha

Nos treinamentos da sexta-feira o técnico Cuca comandou, na Cidade do Galo, mais um coletivo visando ao jogo contra o América-TO, pela 2ª rodada do Campeonato Mineiro. A partida em Teófilo Otoni acontecerá às 19h30 deste domingo, no estádio Nassri Mattar.
O time treinou com Renan Ribeiro; Marcos Rocha, Réver, Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete, Bernard e Escudero; Danilinho e André. Destaque para a substituição de Marcos Rocha, lateral que ganhou a vaga de Carlos César (fraturou o nariz) por Danilinho, colocando o pequeno notável para fazer a ala.
Sobre as adversidades aguardadas na partida o técnico Cuca as conhece bem. “Tem lugares longe e com pressão da torcida. Jogamos duas vezes lá no ano passado e em uma cidade muito agradável”, falou.
Sobre a dúvida que paira no ar, ele espera se definir no treino de hoje às 9h30min. “Eu faço sempre as simulações e vou trabalhar em cima das duas opções”, falou e ressaltou a importância de se estar bem preparado. “Vai ser um jogo bem pegado e estamos preparados para isso”, considerou.
A perda da titularidade não abateu o volante Fellipe Soutto, que garante que segue trabalhando para reconquistar o espaço no time atleticano. O atleta lembra que teve uma boa temporada em 2011, conquistou vários objetivos pessoais na carreira e ainda ajudou o Galo a escapar da zona de rebaixamento no Brasileiro. “Fiquei muito feliz com meu ano, individualmente falando. De uma forma geral, foi um ano muito proveitoso para mim, no qual pude conquistar algumas coisas e, principalmente, o objetivo final de tirar o Atlético-MG daquela situação que viveu ao longo do ano. Sei que tive importância nesse time, pude contribuir mesmo que com uma parcela pequena”, declarou.
Bastante consciente, Fellipe Soutto admite que teve erros, e que ainda precisa melhorar em alguns aspectos para reassumir a vaga no meio-campo alvinegro. O jogador acredita que o time de 2012 ficou mais qualificado com a chegada de reforços, o que segundo ele, acirra ainda mais a disputa por posições. “Acredito que os reforços da equipe nos forçam, cada dia mais, a pensar e a crescer, em evoluir, para continuar sendo útil. Sei que continuo sendo um jogador útil, com muita humildade. Sei reconhecer meus defeitos e sei que preciso aprimorar muita coisa”, disse.
O momento da cobrança do pênalti é um dos mais tensos de um jogo. No Atlético, neste começo de ano, a tensão tem sido maior. Isso porque em três jogos-treinos, o Galo teve três penalidades e desperdiçou todas. O atacante André perdeu dois. Contra o Villa Nova, parou nas mãos do goleiro. Contra o Tombense, chutou para fora. Os erros custaram a condição de batedor da equipe. Segundo o técnico Cuca, André precisava treinar mais.
Contra a Patrocinense, novo pênalti. O escolhido para cobrar foi Richarlyson. A cobrança ficou no goleiro.Para André, a confiança no momento da cobrança deve ser determinante para o jogador pegar a bola e bater a penalidade. “Infelizmente, a gente perdeu os pênaltis. Mas todo mundo está treinando. Na hora do jogo, se o cara estiver bem, confiante, ele bate. A gente não tem isso de brigar para bater. Ele (Richarlyson) tem mais uma chance, igual eu tive duas. Se perder, já era. É continuar treinando para chegar no jogo e não errar”, disse André.

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