segunda-feira, 9 de Novembro de 2015 10:07h

Galo pronto para encarar o Figueirense

Com o retorno de Jemerson à zaga, o técnico Levir Culpi comandou um coletivo contra os juniores, na tarde desta quinta-feira, na Cidade do Galo

A atividade deu prosseguimento à preparação para o jogo contra o Figueirense, em Santa Catarina, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A partida acontecerá às 17h deste domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Os titulares participaram da primeira parte do treinamento. Na segunda metade, foi a vez da equipe reserva entrar em campo. O time treinou com Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca, Dátolo e Giovanni Augusto; Luan e Lucas Pratto.
A Cidade do Galo recebeu uma visita ilustre na tarde desta quinta-feira. De férias no Brasil, o atacante Diego Tardelli esteve no centro de treinamento para acompanhar o treino e rever os seus ex-companheiros.
Tardelli comentou a felicidade em retornar a Belo Horizonte após quase um ano fora. "Legal estar aqui, sempre fico feliz. É bom ver os amigos durante as férias. É uma motivação a mais estar em BH, cidade que eu gosto e clube que eu gosto mais ainda", afirmou.
Apesar de ressaltar o desejo em voltar para o Atlético, Tardelli observou que pretende ficar pelo menos mais um ano na China. O atacante destacou ainda o desempenho do Shandong em 2015. “Acabou a liga no sábado passado. Ficamos em terceiro lugar. Classificamos para a Champions, que é a Libertadores nossa. Tive alguns problemas, mas estou feliz lá, e minha família também. Dá para aguentar mais um ano ainda”, disse. "O carinho da torcida é legal. Essa saudade do torcedor é boa. A gente se comunica nas redes sociais. Também tenho muita saudade, ainda mais na hora em que eu entro no CT. Minha saída foi recente. Quem sabe em um ano e meio eu possa voltar para o Atlético", completou.
Identificado com o Atlético, Tardelli deixou claro que, quando voltar ao Brasil, sua prioridade é o Galo. "Eu acho que deixei bem claro que, quando eu voltar, se um dia eu voltar para o Brasil, o Atlético será minha opção sempre. Eu não me vejo jogando em outros clubes. Tive sonhos com outras equipes no passado, mas tudo mudou depois que joguei no Atlético", garantiu.
Se na época do Atlético, o ambiente com o técnico Cuca no Atlético era dos melhores, o mesmo não se pode dizer na China. Durante a entrevista, Tardelli revelou que a sua relação com o treinador que o levou para o futebol asiático é apenas profissional. "Não sei da vida do Cuca, a gente tem se falado pouco nesta temporada. Acabamos tendo uns problemas dentro de campo. Cada um fica no seu canto. Eu treino, vou para casa e ele vai para a casa dele. A gente não tem muito diálogo no dia a dia, só profissionalmente", finalizou.

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