quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012 09:26h Atualizado em 8 de Fevereiro de 2012 às 10:27h.

Galo segue embalado

Motivado pelas duas vitórias consecutivas no Campeonato Mineiro, o elenco atleticano se reapresentou na tarde desta terça-feira, na Cidade do Galo.
Um trabalho físico na academia marcou o início da preparação para a partida contra a Caldense, às 17h do próximo sábado, na Arena do Jacaré. O confronto em Sete Lagoas será válido pela 3ª rodada do Estadual.
O atacante Danilinho, que se recupera de uma pancada no tornozelo esquerdo, e o zagueiro Réver, com dores na coxa direita, continuam em tratamento.
Mancini conseguiu mostrar no jogo contra o América de Teófilo Otoni que esta temporada pode ser bem melhor do que a do ano passado. O jogador saiu do banco de reservas para fazer o gol que garantiu a vitória atleticana e a invencibilidade do clube alvinegro no Campeonato Mineiro. Porém, para o meia, não são apenas os gols que vão garantir a sua presença entre os 11 do Galo. Disposição também é um fator imprescindível. “Os gols podem ajudar, com certeza, mas não só os gols são importantes. Acho que as atuações boas, entrar dentro de campo sempre disposto a ajudar e a participar da partida é o que faz do jogador uma peça fundamental dentro de um esquema do treinador”, explicou.
Para o atleta, acompanhar os preparativos do elenco desde o início da pré-temporada também é um elemento decisivo para que um jogador tenha espaço dentro do time. Ainda de acordo com Mancini, o bom desempenho que ele obteve em outras equipes foi determinado graças ao tempo que passou se preparando para a temporada junto ao resto do plantel. “A mudança de 2012 é que eu participei da pré-temporada completa. Fiz um bom trabalho, junto com o resto do elenco do Galo. Eu me lembro que em todos os clubes que eu consegui fazer esse trabalho prévio, consegui render o máximo. Porque, assim, consegui atingir um bom nível fisicamente”, revelou.
O jogador não teve um bom rendimento em 2011. O atleta, que entrou em campo em 12 oportunidades, só balançou as redes três vezes e foi muito cobrado pela torcida, que esperava um futebol de mais qualidade. De acordo com o meia, que passou quase 10 anos atuando em solo europeu, a readaptação ao estilo brasileiro foi complicada e acabou interferindo na sua performance. “Naquele ano (2011), eu queimei etapas. Não fiz a pré-temporada inteira. Voltei ao Brasil depois de nove anos fora. Eu ainda tive que me readaptar ao futebol brasileiro antes de começar a jogar”, esclareceu.

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