quarta-feira, 22 de Junho de 2011 10:06h Luciano Eurides

Galo treina para fazer diferente contra o Flamengo

Atividades físicas no campo e na academia marcaram o treinamento do Atlético na manhã desta terça-feira, na Cidade do Galo. O trabalho foi o primeiro visando ao clássico do próximo sábado, às 18h30, contra o Flamengo, no estádio Engenhão, no Rio de Janeiro.


Em campo treinos e muita conversa sobre a importância de não deixar o adversário sair na frente.  Isso tem sido um grande problema enfrentado pela equipe neste começo de competição nacional. O time parece ficar meio desligado em determinados momentos e o rival se aproveita.


Até o momento, já com cinco rodadas disputadas, o Galo só não saiu perdendo na estreia, quando venceu o Atlético-PR pela vantagem de 3 a 0 e não deu chances ao seu oponente. Depois disso, uma série de partidas com o mesmo enredo. O time sofre o gol e depois tem de lutar para inverter o quadro negativo criado dentro do jogo.


Contra o Avaí, mesmo levando o 1 a 0 dos donos da casa, o time conseguiu com tranquilidade a virada e venceu por 3 a 1, tendo, inclusive, oportunidades para ampliar e sair da Ressacada com goleada.


Mas a partir do jogo seguinte, não houve recuperação ou então, ela não foi o suficiente para que outros triunfos fossem alcançados. Contra o São Paulo, Casemiro abriu a contagem, sua equipe se trancou na defesa e o Atlético não conseguiu superar o bloqueio.


Contra o Bahia, mesmo jogando em Salvador o Atlético criou inúmeras oportunidades de marcar gols, foi superior ao adversário, mas sair perdendo, novamente prejudicou o resultado final.


Por fim, foi a vez de o Alvinegro se complicar diante do Atlético-GO, dentro de casa. Neste duelo, a situação ficou ainda mais complicada, porque o time de Dorival Júnior esteve por duas vezes em desvantagem e precisou correr muito para conseguir empatar por 2 a 2 e evitar um prejuízo ainda maior. “Nós saímos atrás, tivemos que correr atrás no jogo e aí o desgaste é maior, muito mais complicado. No momento em que fizemos o gol de empate, logo em seguida acabamos sofrendo o segundo gol e novamente foi uma correria atrás do resultado. Então é ansiedade, o atropelo, perde-se aquela tranquilidade natural”, comentou Dorival Júnior.

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