terça-feira, 29 de Abril de 2014 06:23h

Gilvan Pinho Tavares fica indignado com a arbitragem

O presidente Gilvan de Pinho Tavares está indignado com a arbitragem brasileira e levantou suspeita sobre a honestidade da CBF.

Gilvan classificou como "brincadeira"  o fato de o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, ser advogado de defesa da CBF no caso envolvendo o rebaixamento da Portuguesa.  Além disso, Gilvan lembrou que Marco Polo Del Nero, eleito presidente da CBF (inclusive com o voto do Cruzeiro) é ex-jogador e dirigente do São Paulo.

A revolta do mandatário celeste foi externada nesse domingo, após o empate de 1 a 1 com o São Paulo. O gol de empate tricolor saiu após o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães (RJ) marcar uma falta inexistente, aos 46 minutos da etapa final. “É uma brincadeira a questão de arbitragem no Brasil. E é preciso que o presidente da CBF leve isso mais a sério, do contrário vamos ter que tomar medidas contra a CBF, porque escalar árbitros para poder ajudar os times que eles torcem... Hoje o presidente do São Paulo é advogado da CBF,  o presidente da CBF é ex-atleta e ex-vice-presidente do São Paulo. Eles são pessoas ligadas a um clube e que querem ajudar o clube de qualquer maneira.  Isso é um absurdo e não pode acontecer no futebol brasileiro", revoltou-se.

Gilvan disse que vai falar pessoalmente com o presidente da CBF, José Maria Marin, sobre a situação. “Vou conversar com o presidente da CBF [e dizer] que é absurdo deixar isso acontecer, porque a gente passa a duvidar  da honestidade e do que está acontecendo lá”, ressaltou. “É duro você investir em um time melhor do que os outros e eles trazerem árbitros para ajudar o adversário a ter um resultado razoável contra o Cruzeiro. A falta foi criada pelo árbitro”, reclamou.

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