sexta-feira, 12 de Agosto de 2011 10:19h Luciano Eurides

Guarani de olho no preparo físico

O Guarani de Divinópolis além de grandes adversários na disputa da Taça Minas Gerais terá de ter um bom preparo físico. Eduardo Diniz, preparador físico do time tem uma tarefa difícil, mas está confiante na boa evolução do grupo.

Eduardo Diniz explica que é um desafio colocar o time pronto até a estreia e conta com a colaboração do grupo e do treinador Gian Rodrigues para todos estarem preparados até dia 18 de setembro. “É um desafio já que estamos trabalhando com alguns atletas que estavam parados a três meses e outros vem de atividades e o mais complicado é colocar esse grupo bem homogêneo o mais próximo da estreia. Estamos fazendo um trabalho integrado com o treinador Gian (Rodrigues) e foram feitas as avaliações e estão razoáveis. Iremos fazer um trabalho para aqueles que estão um pouco abaixo e terão, logicamente, que sofrer mais um pouco e alcançar os outros. Até o dia da estreia 90% estarão no ideal”, falou.


A Taça Minas Gerais é uma disputa curta e exige que o atleta esteja pronto no dia da estreia e não há pré-temporada. Esse é o norte de Eduardo Diniz, já chegar na data da estreia com a preparação física em dia. “Nosso período é curto e precisamos do resultado imediato, é um campeonato curto, apesar de estrearmos de depois termos dez dias de trabalho para o segundo jogo. Procuramos estar com a capacidade física ideal em 80% já no primeiro jogo. Não temos quatro cinco jogos para eles se aproximarem do ideal. Temos de acelerar um pouco o processo e o treinador já faz um trabalho integrado tático e físico”, declarou.


No futebol moderno o trabalho integrado é a não concentração de todas as responsabilidades na mão do treinador. Essa divisão de tarefas tem sido de bons resultados e permite o trabalho de outros profissionais em conjunto com o tático e técnico. Hoje, o Guarani faz isso sendo o físico técnico. “Uma visão que eu tenho e que gosto de trabalhar e esse ano no campeonato mineiro procurei fazer bastante e trabalhamos a capacidade física dos atletas dentro de um trabalho tático que o treinador quer desenvolver e assim fica mais fácil. Até o psicológico do atleta fica mais fácil de perceber e alcança o que a gente deseja. O jogador corre com a bola e trabalha com muito mais prazer”, especificou Eduardo Diniz.

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