quinta-feira, 26 de Julho de 2012 19:06h Luciano Eurides

Guarani e Nacional farão o quinto clássico da história

As cidades de Divinópolis e Nova Serrana sempre se mantiveram unidas no futebol até o Nacional crescer e hoje disputar as mesmas competições que o velho Bugre. Esta é a quinta vez na história quase centenária do Guarani que ele deverá enfrentar o Nacional. A partida desse sábado é valida pelo Campeonato Brasileiro da série D. O jogo será às 15h30min, os ingressos estarão a venda a partir de sexta-feira, R$20,00 módulo e R$10,00 arquibancada.

 


As duas equipes vem de um empate na competição e precisam da vitória para continuar na luta por uma vaga na próxima fase. O Nacional com seis pontos, na terceira colocação vive uma situação um pouco mais confortável, já que o Guarani ainda não venceu e ocupa a quarta colocação com três pontos ganhos.

 


Jhonatan, hoje atleta do Guarani, já jogou no Nacional, foi expulso na última partida entre as equipes e está cheio de vontade de voltar a campo nesse sábado. “Infelizmente fui expulso no último jogo. A cabeça está fria já, eu vou lutar e quero jogar, estou a disposição do professor. Estou na expectativa. Estamos nesse situação e contamos com a torcida, a força que eles tem e buscarmos vitória que é muito importante para nós. É um jogo diferente, clássico, tem de estar focado e bem”, disse.

 


O técnico José Ângelo ainda não sabe se poderá repetir a mesma equipe que empatou com o Friburguense na última rodada. Caleb e Alex Maranhão são duvidas. O primeiro se machucou na última rodada, já o segundo nem foi relacionado para o jogo contra o Friburguense se queixando de dores no joelho. José Ângelo deverá definir a equipe somente no sábado, momentos antes da partida. O treinador ainda comandará trabalhos táticos e coletivos para avaliar as melhores opções.

 


Gian Rodrigues na tarde de ontem passou o vídeo da partida entre as equipes e analisa o que pode ser feito, principalmente porque não há outra alternativa, senão a vitória. “Se deixa o adversário vencer, ele abre seis pontos em nove que há para disputar, temos de ser realistas senão as coisas se complicam, até agora os resultados não foi o que a gente produziu em campo. A equipe precisava de ritmo de competição e não precisa mais, aprendemos bastante, temos de vencer e estar na briga pela classificação”, disse o treinador.

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