quarta-feira, 7 de Janeiro de 2015 04:29h Atualizado em 7 de Janeiro de 2015 às 04:48h.

Guarani passa de fase dos treinos e o momento é de jogar com consciência

O Guarani faz um trabalho interligado, físico, técnico e tático. A equipe começou forte no físico e continua o trabalho, mas com ênfase no técnico e sempre ao máximo

No início da primeira quinzena de dezembro já havia um desenho tático. Sem abrir mão do físico e técnico, os jogadores já têm o conhecimento tático e colocá-lo em prática é a fase atual.
Fazer a jogada centenas de vezes, repeti-la à exaustão, voltar e refazer. Essa é a rotina do Bugre Divinopolitano nesse início de 2015. A cobrança é acertar. Passou a fase de saber o que fazer, o memento é executar aquilo treinado por tantas vezes. O treinador Gian Rodrigues explica que o trabalho integrado dará um resultado final positivo e tudo está dentro do planejado. “Muda a fase onde especificamos mais as coisas, sentimos o atleta individualmente, a realidade que ele está. Nível físico e o que espero dele em campo é uma porcentagem maior e vamos chegar a uma qualidade e maneira de chegar à área. E então o conteúdo total e definição de quem se inicia o jogo”, declarou.
A fase também é definir as bolas paradas e jogadas ensaiadas. “Já conseguimos encaixar duas situações contra o América e buscamos a perfeição e os jogos treinos servem para isso, para que a coisa aconteça da forma que queremos e, se não, temos tempo para corrigir e fazer uma boa estreia”, afirmou o terinador.
O trabalho integrado deixa uma carga física, mas naturalmente a equipe vai se soltando e até mesmo na pré-temporada em Sorocaba será o momento ideal para soltar a musculatura. “O trabalho não é desintegrado e trabalhamos bola e modelo de jogo, a cada sessão o atleta perde e ganha na recuperação, por isso a cobrança. No período de folga eles realmente pratiquem o descanso para atingir o nível que queremos e um nível melhor ainda. Lesões, apenas aquelas normais de um futebol, dores no corpo, entorse, o futebol é esporte de contato. Esperamos que permaneça assim”, considerou Gian.
Com relação à questão dos cartões amarelos e vermelhos, isso pode atrapalhar o conjunto e aquilo que foi planejado para o jogo ou a sequencia de jogos. O treinador espera a consciência de cada atleta. “Estamos aqui para vencer a competição e não uma briga pessoal em campo ou uma desconcentração. Se conseguirmos manter o grupo que vem sendo titular a maior parte dos jogos, com certeza teremos um rendimento melhor e estamos preocupados sim. É uma das coisas que integra o futebol é a parte emocional”, explicou.
O último atleta a chegar no grupo do Guarani é Luís Felipe Silva, ele é primeiro ano de juniores, divinopolitano, desde os cinco anos de idade treina no Flamengo do Mendes Mourão. Passou três temporadas no América Mineiro onde era o capitão da categoria 97. Foi para o Flamengo do Rio, voltou, jogou no AMDH de Belo Horizonte e mais recentemente voltou ao Flamengo para ser campeão estadual.
Ele chega para o profissional com experiência de grandes clubes e pouca idade. “Uma experiência nova e um caminho diferente, outro nível. O América foi meu primeiro time de grande porte, isso com 13 anos. Eu sempre tive o sonho de estar no profissional, como qualquer garoto tem. É valorizar cada minuto, cada treino, matar um leão por dia para ganhar lugar no time”, disse.
Na abertura dos trabalhos da semana houve a manifestação de carinho para com o volante Tales Alvim. O aniversário dele foi comemorado ao mais belo estilo de jogador de futebol. Muita água, suco, farinha, grama e até melancia para demostrar a alegria e descontração do grupo bugrino.

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