quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011 18:56h Atualizado em 8 de Dezembro de 2011 às 09:12h. Luciano Eurides

Kalil coloca Ministério Público no clássico

Na tarde de ontem o presidente Alexandre Kalil concedeu uma entrevista onde o assunto foi a suposta venda do jogo diante do Cruzeiro. O placar elástico acabou fazendo uma enxurrada de denúncias na internet e até mesmo faixas estão sendo colocadas na capital mineira. O mandatário do clube quer o Ministério Publico investigando.


Para Alexandre Kalil, está se envolvendo muitas pessoas. “Já disse que no jogo contra o Cruzeiro pisaram na nossa alma e no nosso coração. Estão falando em reunião, e se alguém viu isso que vá a Polícia Federal. O Ministério Público deveria quebrar sigilo telefônico e descobrir o que aconteceu no clássico. O Atlético está aberto, esse era o jogo da vida do presidente. Eu queria jogar o Cruzeiro para a segunda divisão. O assunto não quer se calar, se houve reunião que se prenda todo mundo”, falou o presidente.


Sobre a possibilidade de algo ter acontecido para favorecer o rival, o presidente descartou qualquer chance. “Não acredito em nenhuma possibilidade. O assunto não acaba. Meu sigilo telefônico, bancário e fiscal estão abertos. Que se chamem as autoridades competentes. Eu confio nos jogadores, dirigentes e tudo”, garantiu.


Quando perguntado sobre o desfecho de uma possível investigação e se consolidando irregularidades, qual seria o posicionamento dele, Kalil disse só haver um destino. “Cadeia! Se alguém fizer isso tem de mudar de planeta, pois onde ele tiver um atleticano vai pegar ele”, disse.
Alexandre Kalil contou que foi ao vestiário antes da partida, levou os filhos, contou sobre o descenso do Galo e pediu para empurrar o Cruzeiro para a segunda divisão. E ele garantiu ter aprendido com o acontecido. “Não vai acontecer rodinha antes de terminar o campeonato brasileiro, isso eu aprendi a lição”, declarou.


O presidente do Atlético, Alexandre Kalil, confirmou que o clube ainda não efetuou o pagamento do salário do último mês aos jogadores do elenco profissional. A notícia do atraso foi divulgada no programa Bastidores, da Rádio Itatiaia, nessa terça-feira.Segundo Kalil, não se trata de mais uma punição ao time pela goleada sofrida para o Cruzeiro, por 6 a 1, na rodada final do Campeonato Brasileiro. O dirigente disse que o clube está buscando os recursos para o pagamento. “Vai atrasar um pouquinho. Mas atrasar salários com dinheiro em caixa é crime. Os funcionários já receberam, todos, inclusive o 13º. Só o futebol profissional, que é o mais pesado”, disse Alexandre Kalil.
Depois da goleada para o arquirrival, o presidente do Atlético suspendeu o pagamento aos jogadores da premiação, no valor de R$ 1 milhão, por terem evitado a queda do clube para a Série B. Kalil disse que vai pagar quando a torcida ‘clamar’, quando o jogador pedir publicamente ou até 2052. “Aqui, não vai todo mundo de bolso cheio para as férias, rindo com a mulher, com a namorada, com a amante. Acabou. Bateu na nossa cara, no nosso coração, vai ter preço mensurável. O paizinho acabou, serão três anos de padrasto”, disse Kalil na segunda-feira passada, ao comentar a polêmica da premiação.

 

 

Uma reunião com a diretoria do Atlético definiu a não permanência de Magno Alves, Leandro, Gilbert e Fábio Costa. Com relação a Triguinho já há proposta e caminha muito bem. Pierre tem de se apresentar ao Palmeiras dia 4 de  janeiro, não existe muito empecilho por parte do time do Palmeiras. O procurador do Pierre não apareceu para as reuniões.

 

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