sexta-feira, 21 de Agosto de 2015 10:47h

Leonardo Silva vive dia de herói

Herói do Atlético ao marcar o gol do empate por 1 a 1 com o Figueirense nos acréscimos, Leonardo Silva tornou-se o maior zagueiro-artilheiro da história do clube ao lado de Réver

Ao balançar as redes aos 47 minutos do segundo tempo, o defensor chegou aos 22 tentos com a camisa alvinegra e salvou o Galo da derrota em casa no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.
O jogador ficou contente por ter alcançado o feito, mas ressaltou a importância do empate no último minuto, que deixou a situação do Atlético menos complicada para o jogo de volta, semana que vem, em Santa Catarina. “É uma marca expressiva, mas estou mais feliz pelo resultado. Foi um jogo difícil, se a gente sai perdendo aqui, lá sofreríamos um pouco mais do que o habitual. Agora precisamos de uma vitória simples para conseguir reverter a vantagem deles. Foi um empate importante para o nosso objetivo”, disse o capitão.
Com o gol desta quarta-feira, Léo Silva chegou a 22 gols em 215 partidas pelo Atlético. Já Réver alcançou a marca no clube alvinegro no ano passado. O ex-capitão, que foi negociado com o Internacional no início desta temporada, fez 177 jogos pelo Galo.
Para avançar às quartas de final e continuar sonhando com o bicampeonato da Copa do Brasil, o Atlético precisará vencer o Figueirense na próxima quarta-feira por qualquer placar. Empate por dois ou mais gols também dá a vaga do Galo. Zero a zero classifica o time catarinense. Igualdade por 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.
O resultado desta quarta-feira poderia ser diferente se não fosse o goleiro Alex Muralha, que fez ótimas defesas. Já o estilo de jogo do Figueirense, foi alvo de críticas de Léo Silva. “A equipe lutou na maneira que pôde, jogou bem, tentou forçar o adversário, mas eles se defenderam muito bem. Méritos para a parte defensiva deles”, afirmou.
Léo Silva acredita na classificação atleticana na partida de volta. “Hoje eles fizeram um jogo muito feio, se defenderam, buscando cera. Acho que o futebol não é assim. A gente espera que eles se abram um pouco mais, porém se eles não se abrirem, nós vamos buscar alternativas para furar esse bloqueio”, finalizou.

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