quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015 09:40h

Lucas Pratto será o centroavante do Galo

O argentino Lucas Pratto chegou ao Atlético para ser o centroavante do time. No entanto, ele revela que será necessário se readaptar para exercer a função de um legítimo camisa 9

Isso porque no Vélez ele tinha liberdade para atuar em todas as posições do ataque, inclusive  pelos lados do campo.
O jogador comenta a possibilidade de ser o homem gol. “O mais difícil vai ser voltar a jogar de centroavante. No Vélez eu jogava no ataque e pelas pontas. Aqui já percebi que as bolas passarão a todo momento na frente e terei a oportunidade de finalizar. Nesse sentido, o mais difícil para mim será voltar a ser centroavante”, analisou o atacante, melhor jogador do futebol argentino em 2014.
Se por um lado Pratto revela dificuldade em atuar no comando do ataque, por outro ela abre mais uma possibilidade para o técnico Levir Culpi armar o setor ofensivo. Uma delas é optar pela escalação de Jô (ou André) e deixar o argentino mais solto, como atuava no Vélez.
Pratto, no entanto, mostra disposição para se adaptar ao estilo de jogo de Levir Culpi. Ele fala, inclusive, em ajudar a marcar. “Meu estilo é assim, sempre ajudar a equipe. Quando não temos a bola, pensar primeiro em defender. Pelo que vi ano passado, o Atlético é uma equipe muito ofensiva. Temos que ajudar a defender. Precisamos da ajuda de todos. O que penso é ser um atacante e primeiramente um defensor quando não estivermos com a bola”, frisou.
Prato aproveita a pré-temporada para se entrosar com os novos companheiros. No treinamento dessa segunda-feira, na Cidade do Galo, ele formou o quarteto ofensivo ao lado de Dátolo, Carlos e Luan. “Esses treinos servem para preparar a equipe, para ver as opções que o time tem. É importante para eu conhecer meus companheiros, o jeito deles de jogar. Importante treinar com jogadores que já vêm jogando juntos há algum tempo”, destacou o argentino, que ainda tenta entender o idioma. “O português para mim é difícil, entendo o que falam, mas, para mim, é difícil falar.”

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