sábado, 25 de Julho de 2015 06:07h

Mesmo testado no Atlético, Guilherme ainda não se sente útil

Preparando o Atlético para a partida contra o Figueirense, neste sábado, às 21h, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro

Preparando o Atlético para a partida contra o Figueirense, neste sábado, às 21h, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico Levir Culpi testou o meia-atacante Guilherme na equipe titular durante o treinamento desta quinta-feira, na Cidade do Galo.
Na entrevista coletiva, o jogador disse estar surpreso com a decisão do treinador, que o colocou na vaga de Leandro Donizete. “Fui pego de surpresa. Imaginei que eu entraria numa segunda parte. Mas o treino foi bom, apesar do pouco tempo. Estou preparado, seja para iniciar ou entrar no decorrer do jogo”, declarou.
Apesar da escolha de Levir, o meia-atacante prefere não criar expectativa quanto à titularidade para não se decepcionar. Na semana passada, o treinador atleticano declarou que não escalava Guilherme por se sentir incomodado com a indefinição quanto ao futuro do jogador, que precisaria também estar concentrado no clube após a negociação frustrada com o Cruz Azul, do México.
Mas Guilherme questionou o posicionamento de Levir. “Em cada época eu vivi uma situação que me impedisse de jogar. Talvez, ele tenha a sua razão na cabeça, mas não acredito que esse seja o ponto principal para eu não jogar, isso é muito pouco para uma justificativa. Se disser que é em razão de os titulares estarem bem eu aceito mais do que falar que a cabeça não está aqui. Se ela não estivesse aqui, eu já teria dado algum jeito de sair”, afirmou.
Guilherme já disputou cinco jogos no Campeonato Brasileiro e poderá atingir o limite neste sábado, se entrar em campo na partida contra o Figueirense. Caso jogue também contra o São Paulo, quarta-feira (29), no Mineirão, e meia-atacante completará sete partidas pelo Atlético na competição e não poderá se transferir para outra equipe brasileira.
O camisa 17 declarou que não se vê mais tão importante para a equipe como nos últimos anos, mas que, se for preciso, completará os sete jogos pelo Atlético sem problemas. “Eu não me sinto tão útil assim como já fui outras vezes, mas também não penso em não jogar. Mas isso não me leva a pedir ou exigir que não faça o sétimo jogo, a não ser que parta deles [comissão técnica ou diretoria]. O fato de eu não me sentir útil e não querer disputar os sete jogos não tem nada a ver”, assegurou.

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