quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014 05:39h

Nilton deixa o departamento médico do Cruzeiro

O volante Nilton foi a grande novidade do treinamento da manhã desta terça-feira. O camisa 19 foi liberado pelo Departamento Médico celeste e realizou um treino físico em um dos campos da Toca da Raposa II.“O grupo está trabalhando firme, forte.  Estou me condicionado o mais rápido possível para estar treinando junto com o grupo, voltar com os jogadores novos e o pessoal do ano passado para repetir o que foi feito em 2013”, disse o jogador.
Titular absoluto na temporada passada, Nilton não acredita ter cadeira cativa na equipe titular. No entanto, o jogador salientou que pelo grande número de competições no ano, todos terão a oportunidade de atuar. “(Lugar) Garantido não tem não, é todo mundo trabalhando. A concorrência este ano está boa, o meio de campo é um dos lugares mais acirrados. São quatro campeonatos importantes na temporada, todos vão ter oportunidades, claro que alguns vão jogar mais, mas espero que possa estar repetindo o ano passado e jogar bastante”, ressaltou o volante.
Torcidas
As torcidas organizadas Pavilhão Independente e Máfia Azul sofreram mais um duro golpe. Por determinação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), elas estão proibidas de entrar em qualquer estádio no território nacional usando camisas, uniformes e bandanas ou portando bandeiras, instrumentos musicais, faixas, “bandeirão” e “caixote”, ou seja, qualquer vestimenta ou material que possam identificá-las. A Pavilhão Independente, que questionou a medida, também não poderá, em dia de jogo, usar os materiais e vestimentas proibidos nos arredores dos estádios.
A medida educativa do MP em vigor foi prorrogada e agravada durante audiência realizada na última sexta-feira, na 14ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Belo Horizonte. Na audiência, foram analisadas as ocorrências do jogo Cruzeiro x Bahia, realizadas no dia 1º de dezembro do ano passado. Foram lembrados ainda os atos de violência dos jogos: Cruzeiro x Flamengo, Cruzeiro x São Paulo e Atlético x Cruzeiro, todos do Campeonato Brasileiro de 2013.
O MPMG já havia proibido instrumentos que pudessem divulgar a torcida e, dessa maneira, fomentar, mesmo que de forma indireta, a violência, mas, diante das ocorrências flagradas nesses jogos, decidiu pela prorrogação da medida até julho de 2014 e pela extensão da proibição a vestimentas que identifiquem a torcida. A Polícia Militar (PM) será responsável pela fiscalização e pelo envio de relatório ao MPMG, para que, eventualmente, seja avaliada a necessidade de pedido de extinção judicial de torcida organizada.
Participaram da audiência o promotor de Justiça Edson Antenor Lima Paula, o procurador de Justiça José Antônio Baeta de Melo Cançado, representantes da Polícia Militar, da Federação Mineira de Futebol (FMF), da Comissão de Monitoramento da Violência em Eventos Esportivos e Culturais (Comoveec) e das torcidas Pavilhão Independente e Máfia Azul.

Cruzeiro
As duas torcidas já estavam proibidas de usar ou comercializar qualquer material ou uniforme com a marca Cruzeiro. A decisão foi tomada pelo Conselho Deliberativo do clube e acatada imediatamente pelo presidente Gilvan de Pinho.
 

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