sábado, 1 de Setembro de 2012 09:11h Gazeta do Oeste

Presidente do Cruzeiro minimiza denúncia de procuradoria do STJD contra Montillo

A denúncia da procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) contra Montillo foi minimizada pelo presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares. Para o mandatário celeste, que é advogado, o indiciamento não deverá acarretar em punição ao meia argentino.

 

 

Embora a infração não tenha sido assinalada pela arbitragem, Montillo foi indiciado pela falta sobre Guilherme, no lance que resultou no gol de empate do time celeste por 2 a 2 no clássico contra o Atlético, no domingo passado. O meia foi indiciado no artigo 254 (praticar jogada violenta) e pode ser punido com gancho de um a seis jogos.

 

“Isso já foi tentado há quatro ou cinco semanas por um procurador da Justiça Desportiva, quando marcaram um pênalti a favor do Cruzeiro que não existiu. Mas na interpretação da Justiça Desportiva, é que o tribunal não pode fazer as vezes de árbitro, não pode mudar o resultado da partida”, observou Gilvan Tavares.

 

 

“No caso do Montillo, se isso puder, o tribunal tem que ver quantas faltas o Pierre fez na partida, o Réver e outros atletas do Atlético que fizeram tantas faltas em atletas do Cruzeiro e não foram denunciados. Então isso é tentativa que não vai surtir efeito, porque o tribunal não age desta forma”, acrescentou.

 

O presidente do Cruzeiro ainda citou um “desconforto” da torcida do Atlético por não ter vencido o clássico. “O tribunal não vai ficar fazendo as vezes de árbitro e ficar interpretando lances que causaram desconforto no torcedor atleticano, que até hoje está sentindo os efeitos daquela 6 a 1 e os efeitos de não ter ganho uma partida de domingo passado, em que eles achavam que seria uma partida tranquila, com bicho por saldo de gols, para ver se descontavam aquela vitória. A justiça desportiva não tem esse sentimento de pessoas que guardam esse tipo de rancor”, afirmou. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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