Reforços para o elenco atleticano beiram os R$80 milhões.

Cristiano Medeiros

 

            Como é de conhecimento de quase toda a torcida atleticana, o Atlético do técnico Jorge Sampaoli visa figurar entre as principais potências do futebol Brasileiro e Sul-Americano nos próximos anos. E para que isso ocorra, um dos grandes nomes que está por trás das contratações de alguns reforços é o do empresário Rubens Menin, dono da MRV engenharia e algumas outras empresas.

            A MRV é parceira do Clube Atlético Mineiro desde 2002 e além desta relação longa e proveitosa entre empresa e clube, existe algo ainda muito maior envolvido que é a paixão que Menin e sua família carregam pelo Galo. Atleticano declarado, o homem de negócios vem conquistando cada vez mais espaço nas mídias e principalmente, no dia a dia do atleticano, que o trata com muito carinho.

            Após duas derrotas vexatórias no início do ano que culminaram em eliminações precoces da Copa do Brasil e da Copa Sul Americana, a diretoria alvinegra encontrou diversos problemas para o restante da temporada, sejam eles em campo ou nos caixas. Em meio a tudo isso, é que surge mais forte o nome de Rubens Menin, o empresário que passaria a emprestar dinheiro ao clube.

            Visando apenas sanar os problemas dentro das quatro linhas, o gestor empresta em seu nome, dinheiro ao Galo, esperando apenas que haja um retorno com vendas futuras destes atletas, cobrando assim, taxas baixíssimas de seu time de coração. Entre os investimentos e doações estão: o lote onde está sendo construído a Arena MRV e a contratação do técnico argentino e sua comissão técnica.

Os nomes que chegam são escolhidos a dedo por Sampaoli e Alexandre Mattos, diretor de futebol, e apenas a doação financeira vem do empresário, sem qualquer tipo de interferência na escolha. Dentre os jogadores que chegaram com esta parceria estão: Marrony, atacante ex Vasco da Gama; Léo Sena, volante ex Goiás; Alan Franco, meia ex Independiente Del Valle - Equador; Júnior Alonso, ex Boca Juniors - Argentina; além da compra em definitivo do meia Nathan que já faz parte do plantel desde 2018.

Os números não foram confirmados pelo Atlético, mas estima-se que tenham sido gastos desde março uma quantia próxima a R$80 milhões de reais. No entanto, estas cifras ainda pode sofrer alteração, pois a próxima posição na qual o clube continua a buscar no mercado é um centroavante para a equipe, o que pode ocorrer nas próximas semanas. Todo o investimento está sendo feito visando títulos, como o tão aguardo Brasileirão e uma reformulação positiva nos cofres do clube.

 

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