quarta-feira, 23 de Outubro de 2013 06:53h

Rotatividade de atletas não tem afetado desempenho do Galo

O desempenho defensivo do Atlético é a base da recuperação do clube no returno do Campeonato Brasileiro. Ao lado de São Paulo e Grêmio, o Galo tem a melhor defesa da segunda metade da competição nacional, com sete gols sofridos em onze partidas disputadas

O desempenho defensivo do Atlético é a base da recuperação do clube no returno do Campeonato Brasileiro. Ao lado de São Paulo e Grêmio, o Galo tem a melhor defesa da segunda metade da competição nacional, com sete gols sofridos em onze partidas disputadas, média de 0,63 por jogo. No mesmo número de partidas no primeiro turno, quando estava disputando a Copa Libertadores, o time sofreu 16 gols, média de 1,45 por confronto.
Em seis dos onze jogos do returno, a zaga foi formada pela dupla Réver e Leonardo Silva, dois titulares absolutos da equipe. Como Réver se machucou durante a vitória de 3 a 1 sobre o Santos, no Independência, o técnico Cuca teve que alterar o setor com a entrada de Emerson, que conseguiu manter o nível do titular. Ele formou dupla com Leonardo Silva no empate com o Corinthians e nas vitórias sobre Cruzeiro e Flamengo. Nas derrotas para Ponte Preta e Atlético-PR, os titulares foram Emerson e Jemerson. O goleiro Giovanni é outro jogador reserva que tem participação importante na recuperação da defesa. Ele foi titular em cinco partidas e não decepcionou.
O Atlético tem um dos melhores desempenhos do returno do nacional, com 20 pontos conquistados. O time precisou de 17 rodadas para atingir essa pontuação na primeira metade do campeonato. Cruzeiro e São Paulo, com 22 pontos, e o Vitória, com 21, são os únicos que superam o aproveitamento do Galo no returno.

Preparação para o Mundial


O volante Pierre ressalta que o time tem que manter o nível elevado no Campeonato Brasileiro para chegar bem na disputa do Mundial de Clubes, em dezembro, no Marrocos. “A gente tem que imprimir ritmos fortes durante as partidas visando o Mundial, porque quanto mais vitórias, mais confiança e mais credibilidade com o torcedor. Então a gente tem que tomar esse gostinho e continuar vencendo os jogos, porque o nosso segundo turno tem sido bom”, ressaltou.
Longe do rebaixamento e da disputa do título, Pierre diz que o brasileiro tem que servir mesmo como preparatório para dezembro. “Se a gente entrasse com essa mentalidade pós-libertadores sem dúvida que a história poderia ser outra, poderíamos estar brigando lá em cima. Como o pessoal da frente se distanciou muito, é fazer desses jogos como preparação para o Mundial”, analisou o volante.

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