quarta-feira, 8 de Agosto de 2012 14:20h Luciano Eurides

Santos e Cruzeiro se enfrentam pela reabilitação

Apresentado no Cruzeiro no dia 10 de julho, o atacante Borges já colhe frutos do trabalho com a camisa da Raposa. Em seis partidas disputadas, o jogador já marcou quatro gols, e comemora o bom início desde a sua chegada

O Cruzeiro vai enfrentar o Santos, nesta quarta-feira, às 21h50, na Vila Belmiro, em Santos-SP, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 


O técnico Celso Roth sabe das dificuldades que a partida vai oferecer, e destaca que o duelo colocará frente a frente duas equipes que buscam se equilibrar no Brasileirão. “Vamos enfrentar uma equipe que está desequilibrada no campeonato, meio parecido com o Cruzeiro. Vem da Libertadores, não conseguiu o objetivo, está se reequilibrando, se reestruturando tecnicamente dentro do campeonato, e aí passa por dificuldades. Teremos um jogo de duas equipes parecidas no sentido de buscar equilíbrio na competição”.

 


Sobre a Vila Belmiro, Roth diz que o gramado é bom, mas é um campo rápido. “É sempre muito difícil. É um campo rápido, um campo em que a gente tem que saber jogar. Não é um campo como o Independência. A estrutura do estádio é diferente. O campo é um campo bom de jogo, mas é um campo rápido. Ao mesmo tempo em que se ataca, tem que saber defender. Temos que saber jogar lá”.

 


Apresentado no Cruzeiro no dia 10 de julho, o atacante Borges já colhe frutos do trabalho com a camisa da Raposa. Em seis partidas disputadas, o jogador já marcou quatro gols, e comemora o bom início desde a sua chegada à Toca da Raposa II. “Estou bastante feliz, bastante contente. Claro que, para um mês de trabalho, os gols voltaram a sair, o que me deixa bastante motivado, mas sabendo que o mais importante é a vitória coletiva, é o nome do Cruzeiro. Sabemos que precisamos voltar a vencer e, com certeza, a alegria vai ser maior com os gols saindo e com as vitórias também”.

 


Para Borges, o entrosamento com o grupo é fundamental para que ele tenha conseguido um bom desempenhos nos primeiros jogos pela equipe cruzeirense, e acredita que ainda tem mais para assimilar dos colegas e, junto com o time, conseguir novas vitórias. “A gente vai conhecendo os novos companheiros. É importante você ter uma sequência, se adaptar ao estilo de jogo da equipe. Hoje eu estou mais adaptado ao grupo, sem dúvidas. A cada dia que passa eu conheço mais as características de jogo de cada um, do Montillo, do Wallyson, do Tinga, do Charles... Isso facilita, pois, por você conhecer o atleta, você pode mudar o seu posicionamento e ser muito feliz na finalização. Sem sombra de dúvidas eu estou me sentido muto à vontade e motivado”.

 

Perguntado sobre o bom aproveitamento, Borges diz que prefere valorizar o bom rendimento coletivo do que o individual, umas vez que uma coisa está diretamente ligada à outra. Assim, se fizer os gols e der as vitórias, ótimo. Mas, se outro jogador fizer os gols e o time sair vencedor, também será positivo. “Eu gosto de dar sempre o meu máximo. É claro que a definição que você tem de tentar uma jogada individual acontece em questão de segundos. Eu prefiro valorizar mais os lados coletivos. Quando você valoriza mais os lados coletivos, individualmente, começa a aparecer, como consequência da parte coletiva, o jogador para definir a partida. Espero definir em favor do Cruzeiro, vou ficar muito feliz. Mas se eu não fizer o gol que venha a definir, independentemente de quem for que fizer o gol, o mais importante para a gente é a vitória”.

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