quinta-feira, 5 de Setembro de 2013 08:05h Atualizado em 5 de Setembro de 2013 às 08:25h.

Seleção joga sábado contra a Austrália

A Seleção Brasileira fez o primeiro treino na tarde da última terça-feira, em Brasília, na preparação para o jogo de sábado contra a Austrália no Estádio Mané Garrincha.

A Seleção Brasileira fez o primeiro treino na tarde da última terça-feira, em Brasília, na preparação para o jogo de sábado contra a Austrália no Estádio Mané Garrincha.

 


Felipão e Murtosa comandaram um treino em campo reduzido, com os jogadores divididos em três times, em que são exercitados vários fundamentos que acontecem em uma partida.
O lateral-direito Marcos Rocha, que se apresentou na última terça-feira no Brasília Palace Hotel, participará do treino hoje, também no Centro de Capacitação Física do Corpo de Bombeiros, às 15h30. 

 


Antes mesmo de começar o treino em campo reduzido, os goleiros Julio Cesar e Jefferson já estavam no gramado "ralando" sob o comando do preparador físico Carlos Pracidelli.
São dezenas e dezenas de chutes desferidos por Pracidelli, alternando as pernas direita e canhota, que os goleiros tem de se  virar para defender.

 


Para mostrar que vida de goleiro é mesmo dura, Julio Cesar, Jefferson e o preparador Carlos Pracidelli são os primeiros a entrar e os últimos a deixar o campo.
Carlos Pracidelli é um profissional respeitado. Pentacampeão do mundo em 2002, ele voltou à Seleção Brasileira com Felipão para tentar o hexacampeonato. No trabalho diário e exaustivo que faz com os goleiros, procura pôr em prática todos os ensinamentos que recebeu do mestre Valdir, todas as lições que vieram do tempo de goleiro de times de menor expressão e do empenho com que se dedicou para estudar e se aprimorar para se tornar um profissional de ponta.

 


Ter sido goleiro do XV de Jaú e do Juventus, times paulistas, por exemplo, foram importantes na sua formação. Por um motivo que pode à primeira vista ser um paradoxo: ele sofreu muitos e muitos gols, pegou muita bola no fundo da rede. “Ter levado muitos gols serviu como uma boa lição, já que você viveu aquilo, sabe exatamente os lances que poderia ter evitado, as defesas que poderia ter feito”.

 


Daí ser goleiro torna-se um requisito fundamental para ser um preparador específico. Isto porque se vivencia todas as situações que acontecem em uma partida, como também no aspecto emocional que cerca a posição mais difícil no futebol.
A convivência diária e cotidiana com os goleiros cria um vínculo, uma cumplicidade fundamental para que haja um bom entendimento dentro e fora dos gramados.

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