sexta-feira, 25 de Outubro de 2013 05:19h Luciano Eurides

Sinal de alerta ligado no infantil do Flamengo

Na categoria infantil, o Flamengo do Mendes Mourão tem vivido dias difíceis. Um grupo reduzido, atletas que atuam para outros times e os resultados ruins vão se acumulando. Artur Pontes chegou, ajuda a equipe, mas ainda é pouco para as exigências das comp

Na categoria infantil, o Flamengo do Mendes Mourão tem vivido dias difíceis. Um grupo reduzido, atletas que atuam para outros times e os resultados ruins vão se acumulando. Artur Pontes chegou, ajuda a equipe, mas ainda é pouco para as exigências das competições. A derrota de virada frente o Riachinho mostra a necessidades de ainda mais ações, uma delas é a obrigação de vencer o campeonato da Liga Municipal de Desportos de Divinópolis (LMDD).

 


O Flamengo iniciou o ano com nomes importantes como Thales Poeta, Thales Gaúcho, Vinícius Paulo, e outros importantes atletas que hoje já não defendem a equipe Rubro Negra. Além disso a ausência de Bernardo, Felipinho e André Maluco são sentidas pelo grupo. O time tenta uma boa apresentação na Super Copa do Instituto Mineiro de Escolinhas de Futebol (Imef), mas está difícil.

 


Frente o Riachinho, o time entrou em campo acreditando nas jogadas e disputando todas as bolas. Em uma delas, cruzamento na área e Felipe Araújo colocou para dentro fazendo 1x0. No segundo tempo o time deixou de jogar. Logo com dois minutos de jogo, cobrança de falta e a bola fraca, no cantinho, mas o goleiro Rafael escorregou e não alcançou a bola, foi o empate do Riachinho. Aos 13, muita reclamação acerca de uma falta, mas a arbitragem viu a falta e que o atacante estava dentro da área. Pênalti marcado e assinalado foi a virada do time da capital.

 


O gol, de falta, foi uma falha individual do goleiro Rafael que com muita competência fez também importantes defesas e em entrevista após o jogo admitiu ter escorregado no lance e de uma visão privilegiada afirma que a falta que gerou o segundo gol foi fora da área, assim não seria pênalti. Não fugiu as cobranças e garantiu que a equipe pode se classificar e tem a obrigação de vencer a final da LMDD frente o Programa Esportivo Candelária (PEC) e ficar com o título. “Escorreguei. Na hora de sair, pegar a impulsão a chuteira escorreu e campo molhado não deu, achei que a falta foi fora da área, mas o juiz deu dentro e aí é seguir. Os jogadores tem de ganhar físico e também jogar os dois tempos sem cair o pique”, garantiu.

 


Michael comentou o resultado ruim: “O time deles mostrou força com um jogador a menos, ainda conseguiu a vitória e deixou para levar a sério no final e não havia mais tempo, não dava para ganhar mais”, disse.
O próximo compromisso é contra o Fut Sonhos, na capital mineira, para esta partida estarão presentes além de Caio, Patrick, Guigui e Thales que são da pré-infantil, mas tem reforçado o time infantil, será feito um esforço para a presença de Felipinho e conta-se também com a volta de Bernardo Amaral.

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