sábado, 1 de Outubro de 2011 18:00h Luciano Eurides

Teca Lobato esbanja simpatia na visita a Divinópolis

O esporte de prancha ainda não é tão convencional e isso vem mudando com o tempo. Uma das responsáveis por essa divulgação é medalhista de bronze nos jogos Sul-Americanos de Medillin em 2010 Teca Lobato. Hoje, além de competir e arbitrar ela desenvolve uma técnica pedagógica para ensinar o wakeboard.


Tereza Lobato Anastasia, a Teca Lobato, se destaca no cenário competitivo do wakeboard nacional. A atleta de 23 anos é um dos grandes nomes da modalidade e já conquistou mais de dez títulos, incluindo o brasileiro 2008. É jornalista e divide seu tempo praticando e escrevendo sobre o que mais gosta: esportes de prancha. Ontem, ela visitou Divinópolis em comemoração do aniversário da Tribo Urbana e atendeu a todos com muito carinho. Autógrafos e fotos com fãs, todos foram atendidos.  “Estou adorando, eu não conhecia a loja e os clientes e está sendo muito bacana. Tenho escola de Wake e gosto muito de contato com o publico, conhecer pessoas e clientes é muito bom”, disse.
A atleta divide o tempo dela entre uma competição e outra divulga os esportes não convencionais. “São radicais, o wakeboard tem um tempo curto de existência, chegou no Brasil a cerca de 15 anos e para ser divulgado foi um trabalho muito grande, em especial no feminino. Fico feliz e, estar divulgando e ser uma das pioneiras. A mulher sempre leva um tempo para pegar o esporte e temos hoje mais meninas”, considerou.


Com relação a ensinar é necessário primeiro conhecer o esporte. O trabalho da mídia tem sido fundamental na visão de Teca Lobato. “Foram duas novelas em canais diferentes mostrando o wakeboard, o surf e o skate já estão entre os mais praticados no mundo e o skate é o segundo esporte mais praticado no Brasil. O wakeboard está vindo, é mais complicado de praticar, mas com a divulgação vamos chegar lá”, falou.


Sobre ensinar o esporte, a professora Teca Lobato garante depender da vontade de cada alunos e não há muitos limites. “Na verdade não tem idade, já tive alunos de cinco a 60 anos. O esporte é muito novo e monta-se uma técnica. O material vem dos EUA e se desenvolve a pedagogia. Com o tempo vai se analisando e observando e criando”, confirmou.

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