terça-feira, 9 de Junho de 2015 10:51h Atualizado em 9 de Junho de 2015 às 10:54h.

Técnico Levir Culpi elogiou o desempenho do rival

Chegou ao fim, sábado à noite, a invencibilidade de 11 jogos do Atlético diante do Cruzeiro

A equipe alvinegra entrou em campo no Independência carregando um certo favoritismo, mas foi superada por 3 a 1 pelo time celeste.
O técnico Levir Culpi relacionou o resultado à condição física dos rivais e admitiu que o Cruzeiro jogou melhor no Horto. "Hoje [sábado] não foi nosso dia, nossa noite. Eles tiveram méritos, correram, todo mundo deu 100%. Foi um jogo físico, tático, técnico. Muita briga pela bola, poucas oportunidades, e eles foram mais felizes quando tiveram as oportunidades. Por isso os méritos ao Cruzeiro pela vitória", disse o treinador.
Ele completou: "Os jogadores do Cruzeiro têm um porte físico superior aos nossos. Nosso time é rápido e veloz. O Cruzeiro é um time de força física. Houve muitos choques. Escapar com jogadas rápidas é o nosso forte, e isso ficou evidenciado também. Não dá para lamentar, sinceramente, hoje não era a nossa noite", explicou.
O treinador disse que o favoritismo atribuído ao Atlético durante a semana por parte da imprensa não contagiou o grupo, que também saberá lidar com as críticas que inevitavelmente virão. “A gente projeta esse tipo de coisa, mas é a mesma coisa: se tem o resultado [derrota] para nós, estamos blindados. Mas se pegar torcida, imprensa, você vai ver no noticiário. São situações que a gente consegue controlar internamente, mas, externamente... Nós somos bipolares, um extremo elogio numa vitória e, numa derrota dessas, uma crítica injusta. E isso será percebido amanhã [domingo] na televisão e nos jornais”, analisou.
Diante da fragilidade defensiva apresentada em parte do clássico, Levir também foi indagado sobre a possibilidade de voltar a jogar com dois volantes. “Está vendo? Agora tenho que voltar com os dois volantes para o time ficar mais forte no meio. Mas não estou criticando a pergunta. Só que, o que vamos ouvir, é que o time está muito leve, que tem que colocar mais gente no meio. Não deixa de ter uma lógica, mas nosso time também não é fraco. Ganhamos algumas divididas também, mas eles ganharam mais. Tem muita coisa para repensar, mas não é a parte tática”, ponderou o técnico.

Leia Também

Imagem principal

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.