segunda-feira, 11 de Julho de 2011 10:48h Atualizado em 11 de Julho de 2011 às 15:22h. Assessoria Comunicação AMM

AMM sai em defesa dos consórcios intermunicipais de saúde

Considerado um importante instrumento de articulação e ações dirigidas à promoção da saúde, os consórcios intermunicipais foram tema de discussão na reunião entre representantes da Associação Mineira de Municípios (AMM), Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto São Francisco (Cisasf), Colegiado dos Secretários Executivos dos Consórcios Intermunicipais (Cosecs), Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), prefeitos e o assessor do governador Anastasia, Rafael Guerra. O encontro realizado nesta quarta (6), na Cidade Administrativa teve o objetivo de levar ao governo a proposta de somar forças para ampliar o debate e a interação do Estado com os municípios no sentido de melhorar e fortalecer os trabalhos dos consórcios intermunicipais de saúde. O presidente da AMM, Ângelo Roncalli propôs a constituição de uma comissão formada por membros dos municípios, AMM, SES/MG, Cisasf, Cosecs e Assessoria do Governo para o debate e a criação de soluções para o fortalecimento dos consórcios. Roncalli colocou, inclusive, o espaço físico da AMM à disposição para o desenvolvimento dos trabalhos. "Esperamos contar com o apoio do Estado para encaminhar este assunto", afirmou o presidente que aproveitou a oportunidade para convidar Rafael Guerra para o I Simpósio Mineiro de Saúde, onde serão discutidos, dentre outros temas, a ampliação de ações dos consórcios na área de saúde e a atenção primária com suas complexidade de atendimento. A secretária executiva do Cosecs, Maria Helena de Lima ratificou que os trabalhos precisam estar alinhados com o Estado. A assessora do Departamento de Saúde da AMM, Sandra de Fátima, afirmou ser essencial contar com o Estado para ampliar as ações da assistência em saúde, como em vigilância em Saúde, Urgência e Emergência investindo em infraestrutura em capacitação dos profissionais no sentido de melhorar o acesso e na prestação de serviços para a população. Guerra manifestou entusiasmo em trabalhar em parceria com a AMM na discussão dos consórcios, mas ponderou a quantidade de consorciados hoje. Segundo ele, somente em Minas, são em média 400 consórcios de saúde. Ele se comprometeu a se dedicar ao assunto e a buscar respaldo em outras secretarias do Estado. Rafael ainda reforçou a necessidade dos consorciados se adequarem à nova lei que estabelece a transferência da condição de consórcio administrativo para consórcio público/ público. Ficou acordado que serão estabelecidos dois grupos de trabalhos, um para discutir o padrão de adequação e padronização dos consórcios e das associações microrregionais, e outro para elaborar a pauta e mesa redonda para o I simpósio Mineiro de Saúde a ser realizado em Outubro pela AMM em parceria com o Estado de Minas.

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