quarta-feira, 9 de Outubro de 2013 10:43h

Anastasia participa de inauguração do novo Cine Theatro Brasil Vallourec

Na sua inauguração, o centro cultural recebe a principal obra de Cândido Portinari, Guerra e Paz

O governador Antonio Anastasia participou na noite dessa terça-feira (8) da reabertura de um dos mais importantes e tradicionais teatros de Belo Horizonte: o Cine Brasil, que estava fechado desde 1999. O novo Cine Theatro Brasil Vallourec conta com 8,3 mil metros quadrados de área construída, divididos em sete pavimentos. São dois teatros, um com 1 mil lugares e outro com 200; dois andares de galerias para exposições de artes visuais; área de eventos para até 650 pessoas, além de um restaurante, loja e áreas de convivência. Todos os ambientes receberam isolamento acústico e contam com ar condicionado central. A gestão do espaço será feita pela Associação Cine Theatro Brasil.

“Eu fico muito feliz de estar testemunhando esse verdadeiro renascimento cultural da cidade. Nós tivemos, ao longo dos últimos meses, várias inaugurações, recuperando prédios que não estavam com utilidade para o uso social e cultural. O Centro Cultural Banco do Brasil, todo o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, a construção do Teatro Bradesco, a recuperação do Sesc Palladium, agora aqui o belíssimo Cine Brasil restaurado no seu esplendor e na sua grandeza pela Vallourec, um centro cultural de altíssima qualidade. Belo Horizonte está retomando uma posição, que sempre teve e agora se apresenta de modo mais robusto, como uma das principais cidades culturais de nosso Brasil até porque, felizmente, a produção cultural mineira é muito rica e precisamos de espaços como esses”, afirmou Anastasia.

Na sua inauguração, o centro cultural recebe a principal obra de Cândido Portinari. A exposição “Guerra e Paz, de Portinari” estará aberta para visitação de 9 de outubro a 24 de novembro, com entrada franca. Presente do governo brasileiro à sede das Organizações das Nações Unidas (ONU), em Nova York, os dois painéis 'Guerra e Paz' foram encomendados ao artista no fim de 1952. A exposição é a última no Brasil, antes que os painéis voltem para Nova York.

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