segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011 00:00h

Baependi é a 81ª cidade de Minas a decretar situação de emergência

Chuva causou deslizamentos de encostas e inundações no município.
Uma das regiões mais afetadas pelas chuvas em Minas é o Sul.
Do G1 MG, com informações da EPTV

A Coordenadoria de Defesa Civil de Minas Gerais divulgou, neste domingo (16), que o 81º município decretou situação de emergência no estado. Em Baependi, no Sul de Minas, várias encostas deslizaram e foram registrados vários pontos de inundação neste sábado (15). Quarenta pessoas foram desalojadas e 14, desabrigadas. Com a chuva, duas casas foram destruídas e 15, danificadas. Ao todo, segundo a Defesa Civil, 130 cidades mineiras foram afetadas pelas chuvas desde o início da temporada, em outubro do ano passado.

No estado, 16 pessoas morreram desde o dia 23 de novembro de 2010 por causa das chuvas, que também deixaram 72 pessoas feridas. De acordo com o boletim da Defesa Civil de Minas Gerais deste domingo (16), 17.180 pessoas foram desalojadas e 2.374 estão desabrigadas. Mais de seis mil casas foram danificadas, sendo 235 totalmente destruídas. Mais de 330 pontes foram danificadas e 104, destruídas, segundo o boletim.

Neste sábado (15), a reportagem da EPTV sobrevoou as cidades alagadas no Sul do estado. O voo começa em Pouso Alegre. Na cidade, as inundações se concentram principalmente no bairro São Geraldo. Várias casas foram inundadas e um campo de futebol foi totalmente submerso.

Em Santa Rita do Sapucaí, plantações e pastagens foram estão cobertas. A água se aproxima da Rodovia Fernão Dias, principal ligação de Belo Horizonte com São Paulo.

Em Santa Rita do Sapucaí, o que chama a atenção é o nível do Rio Sapucaí. Três bairros foram atingidos. Ruas e quintais estão submersos.

Em São Lourenço, o Rio Verde transbordou. Pessoas ficaram ilhadas nas próprias casas. Nem a pista do aeroporto escapou da inundação.

Em Alagoa, na mesma região, ainda existem muitos problemas. O município decretou estado de emergência neste sábado (15). Cento e setenta e duas pessoas estão desalojadas ou desabrigadas. Dez casas ficaram destruídas e outras 53 danificadas. A preocupação agora é que comecem a faltar produtos básicos.

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