segunda-feira, 3 de Setembro de 2012 16:03h Gazeta do Oeste

Com aposentadoria de ministro, habeas corpus de Bruno terá que ser redistribuído no STF

 A aposentadoria do ministro Cezar Peluso, na semana passada, pode atrasar o julgamento do pedido de habeas corpus para o goleiro Bruno Fernandes, protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, a defesa está otimista de que o ex-atleta seja solto até o final do ano. 

Peluso era o responsável por julgar o pedido dos advogados do atleta mas, com a aposentadoria, o habeas corpus terá que ser redistribuído. Por causa disso, a defesa desistiu, temporariamente, de cobrar do Flamengo os salários de Bruno, que não recebe há dois anos, desde quando foi preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, conforme da defesa.

O contrato do goleiro com o clube carioca termina em 31 de dezembro. Assim, os advogados pretendem trabalhar para que o habeas corpus seja julgado rapidamente e Bruno possa se apresentar no Rio de Janeiro e cobrar seus direitos trabalhistas. “Não vamos propôr nenhuma ação agora, nós pisamos no freio nessa intenção. Cezar Peluso se aposentou, então nós vamos ter que redistribuir (o habeas corpus) para ver como fazer para julgar rápido e ele se apresentar”, explica um dos advogados de Bruno, Francisco Simim. Sobre o resultado do julgamento, o defensor acredita que o goleiro pode conseguir a liberdade. “Nosso foco hoje é a soltura dele. Sobre o habeas corpus, nós temos plena confiança porque o STF é o guardião da constituição”, finaliza. 

 

 

 

 

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