quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013 09:40h Assessoria de Imprensa da CDL/BH

Comércio varejista de BH fecha o ano de 2012 com crescimento de 9,17%

Produtos farmacêuticos, tecidos, vestuário, calçados e papelarias

Melhora nos índices do mercado de trabalho e expansão do crédito são alguns dos fatores que contribuíram para que o comércio varejista de Belo Horizonte fechasse o ano de 2012 com crescimento de 9,17%. “O setor varejista encontrou, ao longo de 2012, um cenário econômico bastante favorável ao crescimento do volume de vendas. O desemprego caiu, o rendimento médio dos ocupados cresceu, houve expansão significativa do crédito e ainda acompanhamos a redução da taxa básica de juros”, afirmou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Bruno Falci. “Além disso, o governo promoveu, ao longo do ano, medidas de incentivo com o intuito de estimular o crescimento da economia. Dentre essas medidas estavam a redução do IPI para diversos setores e a redução do IOF incidente em empréstimos para pessoas físicas”, completou. Os setores que apresentaram crescimento em 2012 foram: produtos farmacêuticos (+10,74%); tecidos, vestuário, armarinho e calçados (+8,54%); papelarias e livrarias (+7,18%); máquinas, eletrodomésticos, móveis e equipamentos (+6,68%); supermercados e produtos alimentícios (+6,47%); ferragens, material elétrico e de construção (+6,13%); veículos novos e usados (+4,4%) e artigos diversos que incluem acessórios em couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo e fotográfico, computadores e periféricos e artigos de borracha (+1,47%).

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (Dez.12/Dez.11) houve crescimento de 7,66%. Para o presidente da CDL/BH, o bom desempenho do comércio nesta base ocorreu principalmente em função das melhoras nos índices do mercado de trabalho e pela expansão do crédito.
Nesta base de comparação os setores que apresentaram crescimento foram: veículos novos e usados (+7,96%); tecidos, vestuário, armarinho e calçados (+6,41%); supermercados e produtos alimentícios (+6,3%); máquinas, eletrodomésticos, móveis e louças (+5,1%); produtos farmacêuticos (+4,5%); artigos diversos (+4,42%); ferragens, material elétrico e de construção (+3,32%) e papelarias e livrarias (+0,53%).

Na comparação com o mês imediatamente anterior (Dez.12/Nov.12) o crescimento foi de 9,24%. “O forte desempenho do setor pode ser atribuído ao período de festas de fim de ano onde tradicionalmente as vendas disparam”, explicou Falci. “As vendas de bens não duráveis e semiduráveis, mais essenciais e de menor valor tiveram destaque nas vendas natalinas”, completou. Os setores que apresentaram crescimento nesta base de comparação foram: tecidos, vestuário, armarinho e calçados (+10,69%); produtos farmacêuticos (+9,59%); papelarias e livrarias (+8,57%); supermercados e produtos alimentícios (+7,74%); artigos diversos (+5,97%); veículos novos e usados (+4,82%); máquinas, eletrodomésticos, móveis e equipamentos (+4,63%).
Expectativas para 2013 – Para este ano a CDL/BH projeta crescimento de 6,5% para o varejo de Belo Horizonte. De acordo com o presidente da CDL/BH o consumo familiar que em 2012 foi o principal item responsável pela manutenção positiva do PIB, continuará ocupando um papel relevante na economia nacional. “Isso em função da manutenção de juros baixos e expansão do crédito que ditaram o ritmo da economia nacional no segundo semestre de 2012 e devem prosseguir neste ano”, afirmou Falci. Para 2013, o presidente da CDL/BH acredita em um melhor desempenho do setor industrial. “A redução da alíquota da energia elétrica anunciada pelo governo federal deve ter impacto positivo neste setor”, disse. “A manutenção de condições favoráveis ao consumo, a possibilidade de recuperação da indústria e as me lhorias na infraestrutura, juntamente com o mercado de trabalho aquecido e um incremento de 9% na renda decorrente do salário mínimo, fazem acreditar que a economia brasileira em 2013 poderá apresentar resultados melhores em relação ao ano anterior, contribuindo para que as expectativas de crescimento do comércio varejista em Belo Horizonte sejam positivas”, concluiu Falci.

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