terça-feira, 19 de Março de 2013 12:27h

Comissão contra o crack inicia os trabalhos

Em sua primeira reunião, deputados elegem presidente e reforçam compromisso em minimizar o problema das drogas.

Transformada em comissão permanente da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a Comissão de Prevenção e Combate ao Uso de Crack e Outras Drogas elegeu, na última quarta-feira (13), seu presidente e vice-presidente, respectivamente os deputados Vanderlei Miranda (PMDB) e Paulo Lamac (PT).
O novo presidente anunciou a Marcha contra o Crack e Outras Drogas, que será realizada no dia 15 de junho. “O crack não tem rosto, ele perambula pelas ruas, está nas mansões, nas periferias e até nas zonas rurais. Vitima nossas crianças e nossas famílias. Esta não é uma luta apenas da Assembléia, é uma luta de todos”, disse.
O vice-presidente, por sua vez, chamou o problema que o Estado tem enfrentado com o crack de epidemia e disse que a concretização dessa comissão é um passo importante para combater a mazela.
Ambos estiveram também à frente dos trabalhos em 2012, quando o grupo ainda era uma comissão especial. No início deste mês, o Projeto de Resolução (PRE) 3.802/13, de autoria da Mesa da ALMG, alterou o Regimento Interno da Casa para transformá-la em comissão permanente. O deputado Glaycon Franco (PRTB) lembrou que essa é a primeira comissão permanente para tratar o assunto das drogas nas assembléias legislativas. “Minas Gerais está mais uma vez na vanguarda”, afirmou. Marques Abreu (PTB) disse que a comissão enfrentará o problema de frente.


Consulte o resultado da reunião


Comissão Especial da PEC 44/13 elege presidente e vice
Na primeira reunião da Comissão Especial da Proposta de Emenda à Constituição 44/13, realizada na ultima quarta-feira (13), foram eleitos os deputados Sargento Rodrigues (PDT) para a presidência e Wilson Batista (PSD) para a vice-presidência. A comissão foi criada para emitir parecer sobre a PEC 44/13, de autoria da Comissão Especial para o Enfrentamento do Crack, que funcionou na ALMG em 2012.
A proposta tem por objetivo destinar a arrecadação adicional proveniente do aumento do ICMS sobre bebidas e cigarros ao Fundo Estadual de Prevenção, Fiscalização e Repressão de Entorpecentes. Os deputados da Comissão Especial para o Enfrentamento do Crack acreditam que esses novos recursos são essenciais para conter o agravamento da questão das drogas no Estado.

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