sexta-feira, 1 de Março de 2013 11:36h Ludymila Toledo Marques

Comitiva mineira apresenta, em Londres, preparativos para OIC em BH

As entidades responsáveis pela realização da reunião da Organização Internacional do Café (OIC) na capital mineira em setembro, participam esta semana da 110ª Sessão do Conselho Internacional do Café, em Londres. A comitiva tem a missão de apresentar os progressos nos preparativos para a reunião comemorativa dos 50 anos da OIC, programada para Belo Horizonte no período de 9 a 13 de setembro de 2013.

 

Além do presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG), Roberto Simões, e do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, o grupo também conta com representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Ministério da Agricultura e diversas entidades do setor cafeeiro.

 

Roberto Simões adianta que todo o evento está sendo planejado em detalhes para que o mundo conheça nosso Estado e descubra que Minas Gerais são várias cafeiculturas: “Todas elas com suas peculiaridades e uma coisa em comum: a excelente qualidade de seus grãos”.

 

Para o secretário Elmiro Nascimento, a presença de delegações de 77 países exportadores e compradores, dará maior projeção aos cafés de Minas e do Brasil. “Minas é o maior produtor brasileiro de café, com a previsão, para 2013, de uma safra de 25,7 milhões de sacas; 51,4% da produção brasileira”.

 

O cultivo do café no Estado ocupa uma área plantada de 1,0 milhão de hectares, distribuídos por mais de 600 municípios.  

 

| OIC 50 anos - Principal organização intergovernamental para o café, a OIC foi criada em Londres em 1963 como um braço da Organização das Nações Unidas (ONU), devido à grande importância econômica do grão. A missão da Organização é fortalecer o setor cafeeiro global e promover sua expansão sustentável em um ambiente baseado no mercado para o aperfeiçoamento de todos os participantes do setor cafeeiro. A organização busca promover o diálogo entre governos e o setor privado sobre condições de mercado, tendências e políticas públicas, fomentar o consumo e o desenvolvimento de mercado para o café, promover a qualidade do grão, a transparência do mercado e investir em programas de formação e informação para auxiliar a transferência de tecnologias relevantes para o setor.

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