sexta-feira, 21 de Agosto de 2015 13:19h

Cultura investe R$ 200 mil em duas instituições de referência para Minas Gerais

Academia Mineira de Letras e Instituto Histórico Geográfico de Minas Gerais são beneficiadas com os recursos

Demonstrando a importância que confere a instituições que se prestam a trabalhar em prol de temas imprescindíveis ao desenvolvimento mineiro, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) investe R$ 200 mil na Academia Mineira de Letras e no Instituto Histórico Geográfico de Minas Gerais.

Os recursos viabilizam a manutenção e conservação dos órgãos, bem como permitem o desenvolvimento de atividades culturais e de extensão das entidades, destinadas ao público.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, reconhece a importância das duas instituições. “São duas casas que atuam na formação cidadã do público. Injetar recursos para melhoria do funcionamento das mesmas é valorizar o desenvolvimento intelectual dos mineiros”.

O presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais vislumbra melhorias na atuação do órgão, a partir dos recursos. “O convênio com a SEC representa um momento mais otimista para o IHG. O valor favorece que cumpramos nossas funções com mais eficiência e qualidade”.

Para o presidente da Academia Mineira de Letras, Olavo Romano, as melhorias são estruturais e programáticas. “O investimento valoriza a conservação do imóvel tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha/MG) que abriga a AML, além de viabilizar a promoção de ações de estímulo à leitura e difusão da literatura”.

Academia Mineira de Letras

Fundada na cidade de Juiz de Fora, em 25/12/1909, por um grupo de pioneiros ligados à literatura e a cultura, onde pontificavam jornalistas, escritores, profissionais liberais, homens públicos e conceituados militantes da cátedra e dos tribunais.

Em 1915, acordaram os membros da Academia Mineira de Letras a transferência da sede da Academia para a Capital do Estado, em gesto de desprendimento e de visão, descortinando maior dimensão e “status” à mesma, próxima dos centros do Poder e de convergência de atividades e interesses de toda natureza.

A casa passou a ser integrada por 40 membros a exemplo da Academia Brasileira e a Francesa, eleitos por um colégio eleitoral inter paris em processo aberto a todo cidadão brasileiro, com qualificações para postular o acesso ao sodalício.

Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais

O Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais surgiu em Belo Horizonte em 1907, a exemplo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, fundado no Rio de Janeiro em 1838. Os próceres responsáveis pela independência do Brasil logo sentiram a necessidade de uma instituição específica, que cuidasse do registro dos fatos históricos e que fosse repositório dos mapas e das descobertas geográficas do vasto território.

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