segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016 12:21h Agência Minas

Estudante congolesa faz palestra para Assessoria de Relações Internacionais

Integrante de um programa de voluntariado internacional no órgão, Armelle Cibaka compartilhou curiosidades e a história do Congo para os presentes

A Assessoria de Relações Internacionais do Governo de Minas Gerais recebeu, na sexta-feira (19/2), palestra da congolesa Armelle Cibaka, que está trabalhando voluntariamente no órgão há um mês. A estudante falou sobre o Congo, sua história política e econômica e outras curiosidades.

Bacharel especialista em Direito Internacional e mestranda em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Armelle faz parte de um programa de voluntariado internacional recentemente lançado pela Assessoria. Em sintonia com o processo de internacionalização de Minas Gerais empreendido pelo órgão, a palestra teve como objetivo apresentar a República Democrática do Congo para os presentes.

As relações diplomáticas entre o Brasil e o Congo existem desde 1968, e em 1971 foi instalada a embaixada congolesa em Brasília. No ano seguinte o Congo recebeu a embaixada brasileira, que fica na cidade de Kinshasa. Armelle ressaltou que os dois países mantêm uma agenda de discussões em comum, que envolve, por exemplo, o combate às doenças tropicais e a gestão de florestas.

Durante a palestra, a estudante falou ainda sobre a história política e econômica de seu país e apresentou a cultura local, destacando características congolesas muito parecidas com as do Brasil, como o interesse especial pela comida e pela música.

 

 

 

Voluntariado internacional

O Governo de Minas Gerais vai receber estudantes de graduação e pós-graduação para intercâmbio voluntário nos diversos órgãos do estado, e fazer de suas estadias uma possibilidade de conhecer melhor Minas Gerais.

O projeto piloto foi lançado pela Assessoria de Relações Internacionais no último mês, com a assinatura do Termo de Estágio da congolesa Armelle Cibaka. O programa também oferece a oportunidade para os servidores de entrarem em contato com culturas diferentes.

A expectativa é que, a partir de março, o número de estudantes e pesquisadores estrangeiros trabalhando no governo seja ampliado. Eles serão encaminhados a instituições governamentais ou da sociedade civil para vivenciar e conhecer o cotidiano destas estruturas por um período de três meses.

Ao final do estágio de três meses, os estudantes deverão apresentar uma análise crítica sobre a experiência do voluntariado, em formato de artigo, para incentivar a produção acadêmica sobre as políticas públicas no estado. Além disso, o relatório contribuirá para estimular uma pesquisa permanente por parte dos pesquisadores acadêmicos internacionais sobre o desenvolvimento mineiro e, ainda, uma cultura de internacionalização na administração pública, a partir da presença destes estudantes estrangeiros.

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