sexta-feira, 26 de Abril de 2013 08:56h Superesportes

Por meio das redes sociais, público critica organização da partida entre Brasil e Chile

Mais reclamações do que elogios, se é que eles existiram. A organização do amistoso entre Brasil e Chile, disputado na última quarta-feira, no Mineirão, foi alvo de diversos protestos nas redes sociais. As críticas partem do congestionamento enfrentado nas principais vias de acesso ao estádio, passam pela reação de torcedores nas arquibancadas e vão até os serviços oferecidos ao público, como o mau funcionamento de bares e estacionamento. De acordo com o relato dos internautas, a qualidade na realização do evento, que esteve sob responsabilidade do Comitê Organizador Local (COL), foi aquém da esperada.

O jogo na última quarta-feira começou às 22h. Quem saiu de casa cinco horas antes para ir ao Mineirão conseguiu chegar sem problemas. Depois, o trânsito se transformou em um verdadeiro caos. Para complicar ainda mais, uma manifestação de professores da rede pública estadual bloqueou os dois sentidos da Avenida Antônio Carlos, em frente ao portão principal da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O trajeto de 12 quilômetros entre o Centro de Belo Horizonte e o estádio não era concluído em menos de uma hora. O Anel Rodoviário e a Avenida Presidente Carlos Luz também contaram com fluxo elevado de veículos.


O público enfrentou mais problemas na chegada ao Mineirão. A Avenida Abrahão Caram foi bloqueada pela Polícia Militar e BHTrans, e os motoristas tiveram de fazer um desvio por uma rua lateral. O estacionamento do estádio, que conta com aproximadamente três mil vagas, passou longe de comportar o número de veículos. No acesso aos portões, filas enormes foram feitas momentos antes do início do jogo. Além disso, muitos torcedores não respeitaram os lugares marcados pelos ingressos. Nos corredores da arena, quem procurou por lanches no intervalo da partida ficou frustrado ao encontrar diversos bares fechados.

Durante o jogo, muitos esperavam o apoio único à Seleção Brasileira por parte do público. Porém, o que se viu foram atleticanos vaiando o cruzeirense Dedé e torcedores celestes vibrando por cada jogada malsucedida dos alvinegros Ronaldinho Gaúcho, Réver e Marcos Rocha. A união cobrada pelos próprios atletas dos clubes de Belo Horizonte simplesmente foi ignorada. Ao final da partida, uma sonora vaia geral foi emitida após o decepcionante resultado de 2 a 2 contra o valente Chile.

Além das críticas citadas, também houve reclamações de ingressos duplicados, falta de informação precisa de quem trabalhou diretamente na organização do evento e má qualidade dos alimentos comercializado nos bares.

Confira, a seguir, alguns protestos de quem esteve nas cadeiras do Mineirão na última quarta e acompanhou, de perto, o trabalho do Comitê Organizador Local, responsável pela realização do jogo entre Brasil e Chile.

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