quinta-feira, 19 de Julho de 2012 08:45h Gazeta do Oeste

Remédio contra gripe suína disponível e postos de saúde

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais informou nesta quarta-feira (18) que o medicamento Oseltamivir, usado no tratamento da gripe suína, já está disponível em todas as unidades de saúde e municípios mineiros.

 A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais informou nesta quarta-feira (18) que o medicamento Oseltamivir, usado no tratamento da gripe suína, já está disponível em todas as unidades de saúde e municípios mineiros. A partir de agora, o tratamento é disponibilizado para todos os pacientes que manifestarem os sintomas, e não mais apenas para casos graves. "Os municípios já dispõem de estoques do medicamento e vão contar com uma referência técnica em cada um para orientar os procedimentos sobre a doença”, destacou o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Carlos Alberto Pereira Gomes. A medida foi tomada para tentar frear o número de mortes provocadas pela doença, que já chega a 15. Todas os óbitos ocorreram em junho deste ano e correspondem a 13% do total registrado no Brasil (110).

 

A mudança na distribuição dos medicamentos foi discutida durante uma reunião, nesta quarta-feira, para adaptar o protocolo de atendimento aos pacientes. O médico infectologista da SES, Frederico Figueiredo, esclareceu que com o novo protocolo qualquer paciente com quadro clínico suspeito de gripe pode receber tratamento com Oseltamivir, desde que haja indicação médica. “O médico pode prescrever o medicamento, independente de o paciente estar ou não no grupo considerado de risco ou se foi ou não vacinado. Também é importante que o tratamento comece em até 48h após o início dos sintomas”, esclareceu.

 

Sobre a presença de uma referência técnica em cada município do estado para descentralizar as informações, o Subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, Maurício Rodrigues Botelho, esclarece que: “a referência será responsável pela orientação sobre a doença. Em municípios maiores já existe atendimento 24h, mas em cidades menores haverá um profissional que poderá ser contatado a qualquer momento para orientar às pessoas em caso de suspeita”, explicou Maurício Botelho.

 

 

 

 

 

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