sexta-feira, 12 de Dezembro de 2014 09:13h

Representantes dos estados do Acre e Pernambuco visitam BH para troca de experiência

Com o foco nas ações de saúde em centros socioeducativos, Minas recebe, pela segunda vez este ano, representantes de outras federações para intercâmbio

Minas Gerais foi apontado pelo Ministério da Saúde como exemplo bem-sucedido em gestão de programas de saúde e de medidas socioeducativas referentes à garantia da saúde dos adolescentes. Por este motivo, Minas foi escolhido pelo órgão para receber profissionais de outros estados com o objetivo de trocar experiências e informações.

Desta vez, representantes dos estados do Acre e Pernambuco, juntamente com profissionais do Ministério da Saúde, chegaram a Belo Horizonte na última terça-feira (09/12) e permanecem até quinta-feira (11/12) para um intercâmbio de informações, promovido por meio do Projeto de Troca de Boas Práticas, sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei.

O objetivo do projeto é proporcionar a troca de experiências em relação à implementação das ações de saúde em centros socioeducativos. Para a diretora de Saúde e Articulação da Rede Social da Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas (Suase), Vanessa Rodrigues Cardoso, “escolher Minas Gerais significa um reconhecimento do Ministério da Saúde ao trabalho que vem sendo realizado. Ainda temos muitos desafios, mas já existem articulações muito positivas”, disse.

Durante a visita foi discutido o trabalho integrado entre a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Defesa Social, por meio da Suase, no atendimento ao jovem que acaba de ingressar no sistema socioeducativo. Os intercambistas visitaram o Centro de Atendimento ao Adolescente (Cead) e o Centro de Lindéia, ambos localizados na região do Barreiro, onde foram debatidos os fluxos de atendimento à saúde do adolescente em cumprimento de medida socioeducativa. Para Mary Célia Ribeiro, da Fundação de Atenção Socioeducativa do estado de Pernambuco, “Belo Horizonte é um exemplo por sua integração entre várias secretarias para atender os jovens em situação de risco”.

Também foram tratados os métodos de operação dos estados, programas voltados para os jovens em conflito com a lei e as principais demandas de cada região. Além do acolhimento e tratamento de adolescentes com doenças contagiosas e proteção dos demais adolescentes e funcionários do sistema socioeducativo.

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