sexta-feira, 10 de Outubro de 2014 10:23h

Reunião em Maringá discute Certificação de Unidades Armazenadoras

Encontro também vai apresentar as novidades no Programa de Construção e Ampliação de Armazéns

No dia 13 de outubro a cidade de Maringá, no Paraná, sedia a 25° Reunião Ordinária da Comissão Técnica Consultiva do Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras (SNCUA).  O encontro vai discutir o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e o Plano Nacional de Armazenagem (PNA) do governo federal.

O SNCUA, coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimeto (Mapa), traz regras e procedimentos de gestão para qualificação e certificação de armazéns em ambiente natural, visando habilitação para a guarda e conservação de produtos agropecuários. Com o objetivo de cadastrar e sistematizar as informações das Unidades Armazenadoras certificadas, foi desenvolvido um sistema eletrônico, gerenciado pelo Mapa.

Segundo Andrea Parrilla, da Coordenação Geral de Infraestrutura Rural e Logística da Produção (CGLOG) do Departamento de Infraestrutura, Logística e Parcerias Institucionais (DIEL) da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), a reunião pretende retomar as atividades da Comissão Consultiva.

O sistema permite que os Organismos de Certificação de Produtos – OCPs, empresas que prestam serviços de certificação (certificadoras), reconhecidas pelo INMETRO, para fins de certificação de armazéns, possam cumprir com a responsabilidade de inserção dos dados no sistema ao certificarem as Unidades Armazenadoras. O Sistema gera relatórios gerenciais para planejamento de ações e tomada de decisão.

Para Luiz Rangel, diretor do DIEL, o evento será importante por reunir os diversos atores envolvidos no processo. “A reunião vai possibilitar que se faça uma avaliação aprofundada do andamento do Plano”, afirmou

Para se habilitarem à certificação, as Unidades Armazenadoras devem estar cadastradas na Companhia Nacional de Armazenamento – CONAB. A certificação é obrigatória para as unidades que prestam serviços remunerados de armazenagem em ambiente natural (grãos e fibras) a terceiros, inclusive estoques públicos, ou aqueles que de forma voluntária solicitarem a certificação.

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