terça-feira, 23 de Dezembro de 2014 09:01h

Secretaria de Estado de Cultura publica registros da gestão 2011-2014

Obra traz dados e principais avanços das ações e programas dos quatro últimos anos do Sistema Estadual de Cultura

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), disponibiliza acesso online da publicação “Memórias e reflexões do Sistema Estadual de Cultura 2011–2014”, que propõe a reflexão sobre um modelo de gestão focado na transversalidade, e registra as experiências implementadas na SEC nos últimos quatro anos. Acesse aqui a publicação.

Os avanços e os desafios da gestão da política cultural de Minas do período são contados a partir de diretrizes conceituais e dados sobre os programas e ações realizados pelo Sistema Estadual de Cultura no período.

“É um orgulho tornar público as premissas que nortearam as ações da SEC, entre 2011 e 2014, em consonância com os compromissos e propósitos assumidos pelos governadores Antônio Anastasia e Alberto Pinto Coelho, no que tange ao papel da cultura em um Estado tão rico como Minas Gerais.Trata-se mais do que um registro de dados sobre o que ocorreu nos últimos quatro anos, são reflexões decorrentes das experiências e avaliações dessa gestão, Desta forma, pretendemos colaborar com a memória do desenvolvimento das políticas públicas culturais, com a transparência na disponibilização de dados à população, fortalecer e alimentar o diálogo e o debate sobre os desafios da cultura contemporânea e o papel do Estado nesse contexto. Sou grata a todos os parceiros e servidores pela entrega e apoio”, considera Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras.

Como se tratam de ações numerosas e diversas, optou-se por distribuí-las e reuní-las em torno dos seguintes eixos estruturantes: fomento; infraestrutura; descentralização e regionalização; formação; participação social; e difusão cultural.

Sobre o Sistema Estadual de Cultura

O Sistema Estadual de Cultura é composto por 12 unidades, entre administrações diretas e vinculadas, conselhos e programas estruturadores. Por serem organizadas de maneira sistêmica, existe uma integração entre as unidades e suas ações e diretrizes macro prioritárias - como a preocupação com a descentralização, sem desrespeitar as especificidades de cada integrante do Sistema.

Na prática, disseminar a dimensão cultural do desenvolvimento; incentivar a formação profissional em diferentes setores da economia criativa; ampliar a infraestrutura cultural; democratizar e regionalizar a gestão e o acesso às políticas públicas culturais em todo o Estado foram os pilares da atuação sistêmica implantada pela Secretaria de Estado de Cultura entre 2011 e 2014.

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