sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016 09:44h

Secretário-Executivo do Ministério da Integração abre palestra sobre combate ao Aedes Aegypti na sede da Codevasf

Como parte das ações da Codevasf na mobilização nacional da Administração Pública Federal para o combate do mosquito Aedes Aegypti

uma convocação da presidenta Dilma Rousseff, a tecnologista do Ministério da Saúde, Kauara Brito Campos, realizou na tarde desta quinta-feira (28/01) uma palestra sobre o combate ao mosquito Aedes Aegypti, no auditório Avelino Costalonga. A palestra contou com a participação do secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, Carlos Antônio Vieira que, a pedido do ministro Gilberto Occhi, agendou e abriu a palestra.

O presidente da Codevasf, Felipe Mendes, lembrou que ações como essas, de conscientização, estão acontecendo também nas Superintendências Regionais, nos perímetros irrigados e centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura.

Carlos Vieira ressaltou que 23 países na América e África são foco do problema que já se tornou uma questão de ordem mundial.  “A ação de combate ao mosquito é uma tarefa coletiva, então todos nós estamos nos envolvendo para fazer um trabalho de conscientização ao servidor da importância de ter um comportamento que leve a dizimar na medida do possível a convivência com o mosquito da dengue”, disse.

Durante a palestra, Kauara falou sobre as campanhas do Ministério da Saúde para conscientizar e mobilizar as pessoas para impedir a proliferação do mosquito. Discorreu sobre o ciclo biológico do mosquito, que tem um período mínimo de sete dias, e apresentou os principais criadouros no ambiente de trabalho, como bebedouro, geladeira, ar condicionado, plantas, privadas sem uso e no ambiente doméstico como vasos, caixas d'água, piscinas sem tratamento adequado, lixo mal acondicionado, pneus.

Também falou sobre os casos de dengue que no período de chuva podem chegar a 100 mil por semana no Brasil; casos de febre Chikungunya e de Zica vírus. Ela informou que 22 estados já apresentam confirmação laboratorial da presença desse vírus.

“Para combater o mosquito só recomendamos o larvicida em último caso, para que eles não desenvolvam resistência. A forma mais fácil de controlar é não deixar a água parada, porque depois que ele está voando é muito mais difícil matar”, reforçou.

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