sexta-feira, 13 de Novembro de 2015 13:02h

Sedinor/Idene adota novo modelo de gerenciamento para o programa Água para Todos

Mecanismos de monitoramento, avaliação e fiscalização serão adotados pelo sistema Sedinor/Idene na execução do programa Água para Todos

A nova proposta de gerenciamento foi apresentada, nesta quinta-feira (12), pelo secretário de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais, Paulo Guedes, o diretor-geral da autarquia Idene, Ricardo Campos, e pela equipe gerencial do programa, em reunião com os diretores e gerentes regionais, na Cidade Administrativa.

O novo modelo de gerenciamento tem como objetivo sanar todos os gargalos que estão sendo apontados pela equipe de fiscalização e por cada regional, após levantamento minucioso em todas as ações do programa (barreiros, barraginhas, sistemas coletivos de abastecimento de água e cisternas). Com isso, o sistema Sedinor Idene pretende garantir o bom andamento de todas as obras e a padronização da operacionalização na execução.

Para o secretário Paulo Guedes, monitorar e fiscalizar cada obra de perto é fundamental para o sucesso dos trabalhos. “A responsabilidade da gestão do programa é nossa. É preciso garantir que as ações sejam concluídas e as obras entregues às comunidades de acordo com todas as diretrizes do programa. Para isso, estamos em campo fazendo um levantamento minucioso de todos os problemas e entraves, conversar com os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS), como os presidentes das associações e com os moradores. O sistema Sedinor/Idene irá cumprir o compromisso assumido que é garantir o acesso à água no semiárido mineiro”, afirmou o secretário.

Segundo Paulo Guedes, com o novo modelo, será possível acelerar o processo de implantação de cada sistema, o que garantirá o atendimento a 521,6 mil pessoas e um investimento global previsto de R$ 540 milhões. Até o momento o número de atendidos chega a 137,5 mil pessoas e o investimento feito foi de cerca de R$ 170 milhões, em cisternas de polietileno, cisternas de placas de consumo humano, cisternas de placas de produção agrícola, barreiros, pequenas barragens e sistemas coletivos de abastecimento de água.

 

Créditos: Ana Oliveira/Sedinor MG

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