segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011 00:00h

Site de combate à dengue já teve cerca de oito mil acessos

Em uma semana de mobilização na internet, o site da campanha Guerra contra a Dengue (www.guerracontraadengue.com.br) da Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu cerca de oito mil acessos. Os dados levantados demonstram que 304 pessoas se cadastraram no site e que ele já foi visitado em 87 cidades diferentes do país.

Os internautas, que gastam em média quatro minutos navegando no site, são na maioria visitantes diretos (53% das visitas), ou seja, pessoas que digitaram a URL/endereço diretamente no browser de navegação da internet. Outros 37% das visitas são provindas de sites que possuem link de referência e 10% tem origem em páginas de busca como o Google e Yahoo!.

O site apresenta uma parte institucional e é dividido por sessões como: por que se alistar, como combater, aliados, unidades de saúde, próximos combates, depoimentos de guerra e o blog. Através dele, é possível saber quais os postos de atendimentos mais próximos da residência do internauta e informar-se sobre onde a força tarefa estará atuando.

“A internet é um canal poderoso de comunicação do poder público com as pessoas. O nosso site tem uma fundamentação importante que é provocar o engajamento do cidadão para reeducação e mudança de cultura e a conscientização de que todos têm um papel cívico a cumprir”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.

Ferramenta de mobilização

A web no Brasil registra 81,3 milhões de usuários, o que corresponde a 54% da população. A necessidade de que a sociedade adote um novo comportamento perante a dengue, moveu esforços para que uma ação de mobilização social fosse adotada na internet em Minas Gerais.

A estratégia é usar o site para formar uma base de mobilizadores por meio do cadastramento. O avanço do engajamento e a implementação de forças tarefas serão feitas por meio das mídias sociais (Orkut, Facebook e Twitter).

“Governo e sociedade vem se mobilizando para transformar esse quadro da dengue, mas ainda há muito a fazer. Ações como esta e também a Força Tarefa e o Dengue Móvel vêm reforçar o enfrentamento. Além disso, precisamos inovar para almejar resultados positivos para uma luta que já dura 15 anos”, concluiu Antônio Jorge.

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