quinta-feira, 19 de Maio de 2016 10:13h Ministério do Desenvolvimento Social

Osmar Terra visitou beneficiários do Bolsa Família e mães com crianças com microcefalia que recebem o Benefício de Prestação Continuada

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, esteve nesta quarta-feira (11) na Policlínica Lessa de Andrade, em Recife (PE), onde funciona o Núcleo de Desenvolvimento Infantil para Atendimentos às Crianças com Microcefalia

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, esteve nesta quarta-feira (11) na Policlínica Lessa de Andrade, em Recife (PE), onde funciona o Núcleo de Desenvolvimento Infantil para Atendimentos às Crianças com Microcefalia. Terra conversou com mães que vivem essa situação e recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Essas famílias são mais vulneráveis e merecem uma maior atenção. A microcefalia está afetando um grande número de crianças, em função do vírus zika, e elas enfrentarão vários problemas ao longo da vida”, destacou.

 

 

 

Para Osmar Terra, essas crianças e famílias devem ter prioridade nos programas sociais, para terem uma vida minimamente digna. “Vamos priorizar essas crianças, elas não podem ficar um ano esperando para receber o BPC. Temos que agilizar esse processo”, acrescentou.

O ministro também visitou beneficiários do Bolsa Família e conversou com Rúbia Ferreira Valeriano, 31 anos, mãe de 9 filhos. Moradora do Bairro de Santo Amaro, ela vive em situação de extrema vulnerabilidade e recebe R$ 720 do programa de transferência de renda. Terra reforçou que o programa continua e afirmou que o aumento será mantido.

 

 

 

“Nenhum corte está sendo feito, inclusive os pagamentos do Bolsa Família já começaram. O que vamos fazer é aperfeiçoá-lo. No mês que vem está previsto aumento. A presidente só anunciou, não viabilizou, nós vamos viabilizar o aumento e garantir a essas famílias um amparo maior”, ressaltou.

Osmar Terra falou ainda que uma das suas prioridades é a primeira infância. “Vamos estimular as crianças beneficiárias do Bolsa Família, e acompanhá-las no desenvolvimento infantil. Ao estimularmos nos primeiros 3 anos de vida, elas terão uma escolaridade e uma renda maior, ajudando a família a sair da pobreza”.

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