terça-feira, 10 de Maio de 2011 09:04h Marciel Muniz

Aluno coloca bomba em escola de Divinópolis

A explosão do artefato assustou alunos e professores

Uma bomba caseira de pequeno porte, colocada por um aluno explodiu dentro da escola estadual São Francisco de Paula na manhã de ontem no bairro Icaraí II, em Divinópolis.

 

 

A diretora da escola ligou para a Polícia Militar relatando que uma bomba havia explodido dentro do estabelecimento. Ao comparecer à escola a PM constatou que realmente um pequeno artefato explosivo de origem caseira teria sido detonado em um dos cômodos da escola. Com a violência da explosão os vidros da janela se quebraram assustando os funcionários e alunos que estavam próximos ao local. Ninguém ficou ferido.

 

Prontamente os militares entraram em contato com a perícia técnica para que fossem avaliadas as condições do ocorrido. Após percorrerem toda a escola em um trabalho de prevenção, à procura de outros possíveis artefatos, os peritos constataram que o local estava seguro. Os alunos ficaram dentro das salas até segunda ordem dos peritos, como mais nada foi encontrado os estudantes foram liberados para o intervalo.

 

 

Segundo informações da diretora da escola Irene Silva Brito Gontijo o artefato caseiro foi posto dentro de um cano de PVC próximo à sala dos professores. A explosão da bomba causou um grande estrondo deixando todos bastante assustados. O barulho no momento da explosão foi muito grande, e assustou muito a todos nós que estávamos próximos “explicou a diretora.

 

 

A diretora Irene também destacou que apesar do susto, esse foi um caso isolado e que a escola recebe muitos estudantes de cidades de fora, como foi o caso do aluno suspeito de cometer o atentado.

 

 

De acordo com a polícia, o principal suspeito é um aluno de 14 anos, que teria mentido ao relatar a diretora, que no momento da explosão ele estaria dentro de sala, mas segundo seu professor no momento do ocorrido o aluno não estava presente.

 

Ainda segundo informações da diretora, um professor informou que o aluno já tinha sido visto perambulando pelo pátio da escola em atitude suspeita, e vinha apresentando comportamento estranho.

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