segunda-feira, 5 de Agosto de 2013 07:07h

Belo Horizonte registra queda de 20% no número de homicídios

Os registros de homicídios em Belo Horizonte caíram 19,49% nos primeiros sete meses de 2013 em comparação ao mesmo período do ano passado. Enquanto de janeiro a julho de 2012 foram 472 mortes por homicídio na capital, em 2013, esta estatística chegou a 38

Os registros de homicídios em Belo Horizonte caíram 19,49% nos primeiros sete meses de 2013 em comparação ao mesmo período do ano passado. Enquanto de janeiro a julho de 2012 foram 472 mortes por homicídio na capital, em 2013, esta estatística chegou a 380 registros. Os números foram publicados no Boletim Mensal de Estatísticas da Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS).

Na Região Metropolitana, também houve queda de 1,5% nos homicídios consumados. Na avaliação dos primeiros sete meses foram registradas 1.066 ocorrências entre janeiro e julho de 2012 contra 1.050 em 2013. Já no Estado, há ligeiro aumento de 2,32% deste tipo de crime, com 52 mortes a mais no cálculo dos 853 municípios mineiros para o período, o que o secretário Rômulo Ferraz espera estabilizar até o final do ano. “Temos conseguido diminuir todos os tipos de crimes desde abril com perspectiva de ainda mais redução no segundo semestre.” Foram 2.243 homicídios no Estado entre janeiro e julho de 2012 contra 2.295 no mesmo período deste ano.

Como destaca o secretário a curva decrescente das estatísticas nos últimos meses demonstra os trabalhos integrados realizados entre a secretaria e as polícias militar e civil. Desde abril, os homicídios diminuíram 8,36% no Estado, passando de 323 ocorrências para 296. Na Região Metropolitana, o acumulado desde abril também aponta queda de 8% nas estatísticas de homicídios consumados. Foram 150 ocorrências de homicídios em abril deste ano nas Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) 1, 2 e 3 contra 138 em julho.

Entre os crimes violentos (agrupamento de sequestros e cárceres privados, roubos consumados, extorsão mediante sequestro, homicídios tentados e consumados e estupros consumados e tentados) e crimes violentos contra o patrimônio (roubos e extorsões mediante sequestro), também há quedas nos últimos três meses. De acordo com o secretário, uma das dificuldades na redução da taxa de crimes violentos contra o patrimônio, principalmente, é a legislação vigente, que dificulta o acautelamento dos praticantes de roubo, levando-os a reincidência.

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