quarta-feira, 17 de Agosto de 2011 10:24h Natalia Santos

BR- 494 fica interditada para retirada de caminhão acidentado

O veículo capotou e o motorista ficou gravemente ferido

Quem seguia de Nova Serrana sentido Divinópolis na manhã de ontem, 16 de agosto enfrentou um congestionamento por alguns minutos. Isto, porque a via ficou interditada para a retirada de um caminhão que caiu na ribanceira no dia anterior.

 

O acidente é mais um de muitos que acontecem no mesmo trecho. Desta vez, o motorista perdeu o controle do veículo e caiu em uma ribanceira. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, o principal motivo do acidente pode ser a sobrecarga. Devido à alternância de plantões, não tivemos informações do Boletim de Ocorrência, por isto, não recebemos informações do condutor.

 

O comandante do Pelotão da Polícia Rodoviária de Divinópolis, Subtenente Francisco Costa, em entrevista anterior para a Gazeta do Oeste no início de julho, alertou para os perigos que a BR 494 oferece aos usuários pelo seu excelente estado de conservação. “Alguns motoristas se esquecem de tomar certos cuidados quando encontram rodovias como a BR 494. Aquela via se encontra em ótimas condições de tráfego, o que faz com que determinados motoristas pensem que podem imprimir maior velocidade, fazer ultrapassagens em locais proibidos e sem visibilidade, dentre outras infrações. Além desses cuidados que o condutor precisa ter, o veículo deve estar em perfeitas condições para uma viagem segura, oferecendo segurança para todos os outros usuários da via”, ressaltou o Subtenente.

 

O trecho da BR 494 sob jurisdição do Pelotão de Divinópolis começa no trevo da BR 262, próximo à Nova Serrana e termina logo após o trevo que dá acesso à cidade de Cláudio. “Como toda rodovia, existem algumas curvas que requerem mais atenção, como no kms 7,12 e 20, entre Divinópolis e a BR 262, locais onde já aconteceram acidentes envolvendo, principalmente, caminhões e carretas. No outro trecho, entre Divinópolis e o trevo de Cláudio, o índice de acidentes é praticamente inexistente, o que não quer dizer que não se devam tomar certos cuidados. Quanto mais prudência mais garantia de uma viagem segura”, alertou o militar.

 

Para o Subtenente Costa a grande maioria dos acidentes acontece por falha humana. Pode ser por cansaço físico, excesso de confiança na condução do veículo, desrespeito à sinalização e regulamentos, dentre outros fatores. “Quando as pessoas se conscientizarem que os direitos e deveres são iguais para todos, certamente o trânsito, tanto nas rodovias, quanto na área urbana, vai melhorar sensivelmente”, enfatizou.

 

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