terça-feira, 19 de Novembro de 2013 04:46h Luiz Felipe Enes

De mal súbito a falha humana, PC não descarta nenhuma hipótese sobre queda de ultraleve

A aeronave havia decolado e instantes depois de alçar voo, caiu e o piloto, um divinopolitano, de 61 anos, não resistiu

A queda de um ultraleve em Bom Despacho no sábado (16) resultou na morte de um piloto divinopolitano, de 61 anos. As causas do acidente estão sendo investigadas.
Segundo informações de testemunhas, a aeronave decolou do aeroporto da cidade e tinha como destino Divinópolis. Após subir cerca de 30 metros, em virtude de algum fato desconhecido, o ultraleve não conseguiu manter a estabilidade no ar e caiu.

 


A vítima, Álvaro Celso Nogueira de D’Almeida, de 61 anos morreu na hora. Ele havia ido para cidade no domingo, pela manhã, visitar um amigo. A aeronave ficou estacionada em um hangar do aeroporto da cidade. Segundo a Polícia Civil, ele possuía a licença de piloto recreio, emitida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), desde abril de 2009. O piloto foi levado para Divinópolis, e foi sepultado no domingo (17).

 


Compareceu ao local, uma equipe da Polícia Civil, que acionou os órgãos de aviação nacionais, responsáveis por analisar acidentes desse porte, que alegaram não ser de competência da Anac analisar o acidente, por se tratar de um ultraleve. O local onde ocorreu o acidente foi interditado por funcionários do aeroporto, que aguardam a chegada da perícia especializada, para analisar o que de fato provocou a queda da aeronave.

 


O laudo com o resultado da perícia fica pronto em 30 dias. Nenhuma hipótese sobre o que pode ter acontecido foi descartada. De acordo com o perito, Experidião Porto, falha mecânica ou humana também serão analisadas. Além disso, o mau tempo pode ter contribuído com a queda do ultraleve e um mal súbito da vítima também será investigado como possíveis causas do acidente.

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